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PSD/Congresso: IL contra fundo soberano do Estado para empresas e insiste na reforma laboral

Lusa 21 de junho de 2026 às 16:21

"Perante uma reforma que falhe por causa da esquerda e do Chega, a IL irá apresentar medidas que melhorem a vida dos portugueses", disse deputado liberal.

A IL pediu hoje ao PSD para insistir na revisão da legislação laboral, não recuando perante "forças de bloqueio" da esquerda e Chega, e manifestou oposição à criação de um fundo soberano do Estado para setores estratégicos.

TIAGO PETINGA/LUSA

Mário Amorim Lopes falava aos jornalistas no fim do Congresso Nacional do PSD, que decorreu em Anadia, no distrito de Aveiro.

"A mensagem que deixamos é que, perante uma reforma que falhe por causa da esquerda e do Chega, a IL irá apresentar medidas que melhorem a vida dos portugueses."

"Apelamos ao PSD que nos acompanhe no ímpeto reformista, não recue, não se resigne, não desista de apresentar reformas que melhorem a vida dos portugueses e não deixe que esquerda e o Chega -- partido este que hoje em dia está cada vez mais à esquerda - sejam forças de bloqueio para a mudança do país", declarou.

O líder parlamentar da IL disse ter ouvido atentamente o discurso primeiro-ministro, aqui na qualidade presidente do PSD, relativamente à ideia de constituir um fundo soberano para intervir em empresas que possam ser estratégicas".

Um ponto em que manifestou absoluta discordância: "Nesse preciso momento, confesso que fiquei na dúvida se estava a ouvir um discurso de Pedro Nuno Santos ou mesmo de Luís Montenegro":

"A ideia de ter um Estado acionista já foi experimentada. Ainda estamos a pagar por ela. Aliás, o próprio Governo ainda está a resolver o problema da TAP, que decorre dessa ideia de ter o Estado à frente de empresas estratégicas", apontou Mário Amorim Lopes.

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