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Presidente saúda GNR pelos 115 anos de existência e condena agressões a militares

Lusa 03 de maio de 2026 às 12:09

António José Seguro dirigiu-se aos militares valorizando a forma como garantem a segurança nacional.

O Presidente da República saudou este domingo o esforço no cumprimento da missão da GNR que celebra 115 anos de existência e condenou as agressões a militares da GNR, referindo que são sinais de erosão numa sociedade democrática.

António José Seguro, o Presidente da República Lusa

António José Seguro, que discursou na cerimónia que assinala hoje, no Porto, os 115 anos de existência da GNR, dirigiu-se aos militares valorizando a forma como garantem a segurança nacional, designadamente nos incêndios de agosto do ano passado, e lembrou que a existência de agressões a estes elementos é um sinal de erosão numa sociedade democrática.

O Presidente lembrou que agredir quem nos protege é fragilizar a sociedade e disse que era essencial o respeito pelo exemplo e pelo diálogo da GNR, porque a violência nunca é aceitável.

"Portugal sabe do vosso esforço no cumprimento da vossa missão", declarou.

António José Seguro afirmou que a GNR é uma força que soube manter-se com "firmeza a dedicar-se à proteção de Portugal", reconhecendo as funções de homens e mulheres pela capacidade de saber ouvir e no compromisso da lealdade à Constituição da República.

"A GNR deve continuar a dar o exemplo no rigor da segurança nacional. A missão da GNR distingue-se pelo seu lado humano e particularmente importante nas zonas despovoadas. Traduz-se numa presença efetiva em todo o território nacional através de programas de proximidade como o Programa 65 ou o Programa Escola Segura".

Seguro destacou a natureza versátil da GNR e também o papel predominante na prevenção da sinistralidade nas estradas de Portugal.

Assinalou ainda as atividades no controlo de fronteiras marítimas para o combate a ilicitudes.

O Presidente da República lembrou a prontidão decisiva para os incêndios e recordou que quando se deslocou ao terreno em contexto de incêndio no verão passado tornou-se claro que a capacidade do Estado depende destas forças.

A GNR nãe é apenas uma força de segurança, assegura os valores num mundo em constante mudança, disse.

Seguro congratulou-se pelo aumento do número de mulheres na GNR e que refletem o mérito e mais representatividade da sociedade portuguesa.

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