Montenegro promete reformismo e ataca Chega e PS
O primeiro-ministro descreveu o seu executivo como sendo “reformista, personalista, humanista e interclassista”.
O primeiro-ministro Luís Montenegro apresentou este sábado a sua moção de estratégia global no congresso do PSD, prometendo resistência e reformismo, um dia depois do chumbo do pacote laboral.
Ao longo do seu discurso, Montenegro foi frisando várias vezes que contra as "adversidades", o Governo irá seguir "fiel ao reformismo". “Seguimos juntos, preparados, com humildade, persistência, resistência, muita proximidade às pessoas e muita ambição para Portugal”, disse o primeiro-ministro.
Perante os congressistas, o presidente do PSD começou por assinalar as vitórias do seu partido em eleições, especificando triunfos alcançados nas regionais dos Açores, por três vezes na Madeira, mas também em duas eleições legislativas e nas últimas autárquicas.
Recebeu palmas dos delegados ao congresso quando realçou que o seu partido recuperou a liderança da Associação Nacional dos Municípios Portugueses nas autárquicas de outubro de 2025.
A seguir, falou do Governo que lidera, definindo este executivo como sendo “reformista, personalista, humanista e interclassista”.
Neste contexto, referiu que o caminho até ao final da legislatura será de “humildade, resistência, persistência, proximidade, com muita ambição para Portugal”.
“Teremos o foco no futuro, sem intrigas e sem politiquice, com verdade, com reformismo e com coragem de ação. Estamos a governar para todos”, completou.