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Militares da GNR juntam-se a protesto da PSP em 11 de dezembro

Lusa 04 de dezembro de 2025 às 19:17

A concentração, agendada para 11 de dezembro, é uma das duas iniciativas anunciadas pela ASPP/PSP que, na semana passada, abandonou as negociações com o Governo.

A Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR) vai juntar-se à concentração junto à residência do primeiro-ministro no dia da greve geral, promovida pela Associação Sindical dos Profissionais da Polícia contra a proposta de negociação do Governo.
GNR investiga incêndios florestais e detém incendiários em Portugal Hugo Delgado/LUSA_EPA
“São comuns as reivindicações que partilhamos com a Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) e os profissionais da PSP e são os direitos dos profissionais da GNR e da PSP que estão em causa”, justifica a associação em comunicado. A concentração, agendada para 11 de dezembro, é uma das duas iniciativas anunciadas pela ASPP/PSP que, na semana passada, abandonou as negociações com o Governo. A propósito do processo negocial, que diz ter-se tornado “inutilmente moroso”, a APG/GNR considera inaceitável a proposta apresentada pelo Governo de revisão da portaria dos serviços remunerados.
“Os serviços remunerados são maioritariamente prestados a entidades privadas, são voluntários e realizados após o horário de serviço, obrigando à permanência no local de serviço durante longos períodos”, argumenta a associação. Para os representantes dos militares da GNR, deveriam ser priorizadas outras medidas, como o sistema remuneratório. Até lá, continuam, a “APG/GNR não se absterá de, usando a firmeza necessária, recorrer à via do protesto”.
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