Naufrágio intelectual
João Pedro George
21 de fevereiro

Naufrágio intelectual

A historiadora Bonifácio e a respectiva clientela da academia estão longe de poder ser consideradas uma escola de virtudes liberais. Sempre viveram à sombra e à custa da bananeira estatal, ao menos para manterem o seu prestígio e a sua importância na sociedade.

Para quê mentir? Na semana passada, perdi uns bons dois minutos a ler o texto que Maria de Fátima Bonifácio deu à luz no jornal Público (é costume acontecerem-me coisas assim, que eu próprio não consigo explicar).

As crónicas de Bonifácio são como aqueles filmes em que passados três minutos já mudámos várias vezes de posição na cadeira, com a inequívoca sensação de estarmos a perder lamentavelmente o nosso tempo.

De há muitos anos para cá, Bonifácio distingue-se por retomar velhas teimosias e repetir fórmulas vazias. Não é necessário grande esforço de análise para observar que Bonifácio sente prazer em espraiar-se nas mesmas banalidades, nas mesmas alusões, no mesmo deserto de ideias.

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