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Sismo na Colômbia: Sobe para 254 o número de mortos e mais de 2.500 feridos

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Mais de mil casas foram destruídas e pelo menos 195 pessoas estão desaparecidas. Números tendem a aumentar com o avanço das operações de resgate.

O sismo que abalou a Colômbia esta segunda-feira já fez, pelo menos, 254 mortos, segundo balanço da Reuters, e 2.595 feridos. O terramoto foi o mais forte sentido no país, com magnitude de 7,4 na escala de Richter, e resultou em 1.136 casas destruídas. As equipas de busca e resgate continuam a procurar vítimas. Os dados oficiais apontam para 195 pessoas desaparecidas, mas o número deverá ser mais alto, avança a Associated Press.  

Sismo na Colômbia fez pelo menos 254 mortos
Sismo na Colômbia fez pelo menos 254 mortos
Sismo na Colômbia fez pelo menos 254 mortos
Sismo na Colômbia fez pelo menos 254 mortos
Sismo na Colômbia fez pelo menos 254 mortos
Sismo na Colômbia fez pelo menos 254 mortos
Sismo na Colômbia fez pelo menos 254 mortos
Sismo na Colômbia fez pelo menos 254 mortos
Sismo na Colômbia fez pelo menos 254 mortos
Sismo na Colômbia fez pelo menos 254 mortos

Entre as vítimas mortais, sabe-se que 101 foram encontradas em Pereira e 95 em Cali. As primeiras 72 horas são cruciais para o resgate de pessoas vivas, o que tem apressado as operações. Além dos profissionais, grupos de populares têm-se reunido em busca de familiares, amigos e concidadãos.  

Certas zonas passam por uma dificuldade particular, como é o caso da região de Chocó, que apenas é acessível por barco ou avião - a travessia pode durar várias horas. Trata-se de uma das zonas mais pobres da Colômbia e também uma das mais afetadas pelo sismo.  

Sterling Palacios, residente de Chocó, avançou à Associated Press que “há cidades onde as pessoas perderam tudo, muita gente morreu, as casas ficaram destruídas”. Embora não saiba ainda “o panorama completo dos danos”, tem a certeza de que “é massivo”. Há relatos de várias zonas afetadas, particularmente em comunidades indígenas, onde não há eletricidade nem outros serviços básicos. 

O colombiano acrescentou ainda que a resposta do governo tem estado “concentrada” na capital, Bogotá. O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, viajou para a região na noite de segunda-feira e anunciou a mobilização do exército, engenheiros e equipas de resgate. “Chocó nunca será a terra dos esquecidos”, afirmou. Este é o primeiro grande desafio que o presidente colombiano tem em mãos, depois de ter sido eleito apenas em junho.  

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