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ODE Enóloga: o Tejo a querer ser mais

A ODE estende a mão à grandeza com os Enóloga, topos de gama que procuram estabelecer um novo patamar de qualidade para a região

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Edição de 17 a 23 de março
ODE Enóloga: o Tejo a querer ser mais
Pedro Henrique Miranda 23 de março de 2026 às 08:00
Os ODE Enóloga 2023 branco, de Fernão Pires e Arinto, e tinto, de Touriga Nacional (€70)
Os ODE Enóloga 2023 branco, de Fernão Pires e Arinto, e tinto, de Touriga Nacional (€70) DR

De todas as regiões vitivinícolas que beneficiaram da explosão do setor das últimas décadas no nosso País, o Tejo poderá bem ser a que mais cresceu nos últimos anos. Depois do Alentejo, de Lisboa ou dos Açores, que se afirmaram como marcas de peso internacional, também o Tejo "tem feito um caminho incrível no que diz respeito a qualidade", diz Maria Vicente, enóloga da ODE Winery, no Cartaxo – apesar de um historial alargado associado à produção em quantidade, e à relutância de alguns apreciadores em encarar um vinho do Tejo com a mesma seriedade de um do Douro ou do Dão. "Para as pessoas que ainda franzem o sobrolho: provem os nossos vinhos e tenho a certeza que vão reconhecer que neste momento a região produz vinhos de excelência mundial", remata. 

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