Em K.G., os King Gizzard quebram novamente a monotonia

No seu 16.º álbum em oito anos, K.G., os King Gizzard & the Lizard Wizard, magos australianos da música camaleónica, debruçam-se mais uma vez sobre a afinação microtonal. É para “quebrar a monotonia”, diz o baixista

Em K.G., os King Gizzard quebram novamente a monotonia
Pedro Henrique Miranda 02 de dezembro de 2020
King Gizzard & the Lizard Wizard
King Gizzard & the Lizard Wizard

Outrora parte da vaga de psicadelismo australiano que varreu o mundo no início da década, os King Gizzard & the Lizard Wizard podem hoje dizer que conquistaram o seu espaço no panorama internacional. Deram-se a conhecer à boleia da onda iniciada pelos Tame Impala de Kevin Parker, mas o sexteto de Melbourne não tardou a demarcar-se de grupos como os Pond ou os Jagwar Ma, e não apenas pelo seu excecional ritmo de trabalho: em apenas oito anos, acabam de lançar o seu 16º álbum de estúdio, K.G..

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