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Crítica de música: Cut Copy

Haiku From Zero, o novo disco dos Cut Copy, está repleto de momentos agradáveis e bem trabalhados por um DJ, mas não deixa de ser algo indistinto

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Edição de 17 a 23 de março
Filipe Lamelas 06 de novembro de 2017 às 19:00
D.R.

A música dos Cut Copy tem a particularidade de ter potencial para ser uma espécie de banda sonora de uma fatia significativa da Geração Y: aquela parte que, tendo uns tiques hipster, assume, ao mesmo tempo, a sua predilecção por alguns gostos neo-freak, sem no entanto partilhar da megalomania do "freakismo", por exemplo, de umBoom Festival. É pessoal que "nunca stressa" e para quem "'tá sempre tudo bem" - tal como a música dos Cut Copy.

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