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Crítica de música: Colors, de Beck

O "loser" mais conhecido da música americana voltou aos discos com Colors, em que recupera a pop comercial dos anos 80. Como diria um comediante português, "não havia necessidade"

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Edição de 17 a 23 de março
Filipe Lamelas 31 de outubro de 2017 às 10:00
D.R.

No início da sua carreira, Beck era um macaco num tempo dos chimpanzés e parecia não se contentar com um casamento forçado e uma nódoa na camisa. Estes eram alguns dos versos icónicos que elevaramLoser- uma das canções-chave dos anos 90 - ao estatuto de hino da geração X. Depois disso, Beck fez o seu percurso como cantor, compositor e vaca sagrada da crítica musical, sempre disposta a elogiar o seu vanguardismo e a forma ecléctica como misturava uma variedade infindável de paletas sonoras.

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