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"Os Testamentos": depois de "The Handmaid's Tale", Gilead está ainda pior

A continuação da história de Margaret Atwood está a chegar: os primeiros três (de dez) episódios estreiam na Disney+ esta quarta-feira. Falámos com uma das atrizes da série, Mabel Li.

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André Almeida Santos 07 de abril de 2026 às 07:00
A atriz Mabel Li (de pé, a olhar para a protagonista Chase Infiniti) diz à SÁBADO que o pior deste universo distópico imaginado por Margaret Atwood é "a solidão" profunda das personagens
A atriz Mabel Li (de pé, a olhar para a protagonista Chase Infiniti) diz à SÁBADO que o pior deste universo distópico imaginado por Margaret Atwood é "a solidão" profunda das personagens Russ Martin/Disney via Getty Images

Margaret Atwood escreveu Os Testamentos com a consciência de que a continuidade da narrativa de A História de Uma Serva deveria respeitar os desenvolvimentos da série, The Handmaid’s Tale (em Portugal manteve o título original), que teve início em 2017 e terminou em 2025. Quando o romance foi publicado, em 2019, já havia uma ideia de como a série se iria desenvolver no futuro. Estes Os Testamentos, versão televisiva, respeitam a ideia do romance de Atwood e dão, também, continuidade à série. Menos spin-off, mais novo capítulo do universo criado por Atwood, com novas personagens que mostram como a opressão continua a crescer em Gilead, o estado fictício onde antes eram os Estados Unidos.

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