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No novo disco, os Glockenwise cantam o futuro incerto - e a fé na humanidade

"Vale Tudo Para Chegar a Algum Lado", que chega dia 23, inquieta-se com promessas adiadas de futuro. Nuno Rodrigues e Rafael Ferreira falam da banda, do português e de uma esperança que resiste ao cinismo.

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A banda é  formada por Nuno (voz), Rafael (guitarra), Rui Fiusa (baixo) e Cláudio Tavares (bateria)
A banda é formada por Nuno (voz), Rafael (guitarra), Rui Fiusa (baixo) e Cláudio Tavares (bateria) Renato Cruz Santos

“Onde está o futuro que nos foi prometido?” Nuno Rodrigues não fala de carros voadores nem de ficção científica intricada. Fala daquele lugar onde as coisas estariam bem. O problema é que o futuro continua adiante. Antes de se chamar Vale Tudo Para Chegar a Algum Lado, o sexto disco dos Glockenwise, com edição prevista para 23 de setembro (e com concertos de apresentação no Theatro Circo, Braga, a 10 de outubro e na Culturgest, Lisboa, a 16 de dezembro) tinha Futuros como título provisório. O plural desapareceu, ficou a dúvida.

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