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Crítica: Pixels

Este filme de Chris Columbus é um game over

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Tiago Santos 03 de agosto de 2015 às 16:00

Por um momento, que desapareceu tão rápido como uma promessa eleitoral, existiu a possibilidade dePixelsnão ser mais um dos extraordinários desastres da Happy Madison, a produtora de Adam Sandler que insiste em criar os piores filmes da última década: a realização é de Chris Columbus (os dois primeirosHarry Potter), um realizador que, mesmo não sendo mais do que competente, tem o mérito de não ser Dennis Dugan (Jack e Jill,Miúdos e Graúdos); e a premissa envolve mais esforço do que Sandler ir fazer parvoíces com os amigos para um qualquer lugar paradisíaco - aqui, há uma civilização extraterrestre que desafia o nosso planeta para uma série de jogos de máquinas dos anos 80 (mas a sério), o que poderia permitir piadas retro e bons efeitos especiais.

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