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Crítica de livros: Mulheres Livres Homens Livres

"A desenvoltura da sua escrita, empenhada, envolvente, apoiada numa vasta erudição e num desprezo total pela mentalidade dominante, fazem de cada livro uma provocação", escreve Eduardo Pitta na sua crítica

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Eduardo Pitta 06 de outubro de 2018 às 07:00
Reuters

Um livro de Camille Paglia (n. 1947) é sempre um acontecimento. Mesmo que seja uma compilação de textos de natureza diversa sobre sexo, género e feminismo: ensaios académicos, conferências, recensões, capítulos de outras obras. Esse livro éMulheres Livres Homens Livres, agora traduzido. Trata-se de uma visão alargada sobre a sociedade contemporânea e a cultura ocidental (arte e decadência). Quem leuPersonas Sexuais, a obra-prima que em 1990 projectou o nome da autora para fora da Academia, sabe do que falo. Palavras suas: "As ideias fundamentais deste livro são a liberdade de pensamento e a liberdade de expressão."

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