A febre dos dinossauros volta a atacar
O novo Mundo Jurássico Domínio, em estreia esta semana, traz elementos que vêm do (já) clássico que Spielberg criou em 1993. Não admira: foi aí que a loucura começou.
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Edição de 6 a 12 de janeiro
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11 de fevereiro de 2016 às 12:00Marco Alves
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25 de julho de 2016 às 12:00Catarina Homem Marques
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01 de dezembro de 2020 às 14:30Catarina Moura
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05 de fevereiro de 2016 às 12:00Marco Alves
Um mosquito em âmbar. Foi assim que começou, passaram-se quase 30 anos: o multimilionário Hammond (Richard Attenborough, cineasta, ator e irmão de David Attenborough, o biólogo mais célebre da TV), cria um parque temático em Isla Nublar, uma ilha – imaginária – no Pacífico ao largo da Costa Rica, onde vive solto, em habitat natural, um grupo de espécies de répteis enormes. Há um detalhe: esse grupo, que partilha afinidades com os pássaros, surgiu há 243 milhões de anos, desaparecendo há 65 milhões num fenómeno de extinção em massa. Mas Hammond, graças à colaboração de uma empresa de biotecnologia, a InGen, consegue reconstruir o ADN do grupo e, a partir do sangue retido no tal mosquito, recorre à engenharia genética e faz ressuscitar os dinossauros, donos e senhores da Terra no Jurássico e Cretáceo. Agora, o entretenimento é o seu futuro. Mas algo corre mal – há sempre algo que corre mal.