"Kursk é um filme muito poderoso, verídico e honesto"

Quem o diz à SÁBADO é David Russell, o britânico que comandou as operações de resgate do submarino russo que se afundou em 2000 e que em Kursk, que se estreia esta quinta-feira, 28, é interpretado por Colin Firth. Conversa em Lisboa sobre a tragédia que o realizador Thomas Vinterberg leva ao cinema

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'Kursk é um filme muito poderoso, verídico e honesto'
Markus Almeida 28 de março de 2019
D.R.

Um torpedo explodiu a bordo do K-141 Kursk durante um exercício da marinha russa em 2000, mandando o submarino nuclear para o fundo do mar de Barents, a norte da Noruega. Uma segunda explosão mataria a maioria dos 118 marinheiros russos. Os 23 sobreviventes refugiaram-se num dos poucos compartimentos que não estavam inundados e esperaram por um salvamento que nunca chegaria - os russos acreditavam ter meios para fazer o resgate (não tinham) e recusaram a ajuda internacional - seria comandada pelo contra-almirante da marinha britânica David Russell - até ser tarde demais.

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