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Crítica de cinema: Amor e Malavita

"Um louco cruzamento entre fita mafiosa, telenovela da RAI e musical mediterrânico por via de Eduardo di Capua, da Broadway teletransportada para Little Italy e de Irene Cara", escreve o crítico Pedro Marta Santos

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Edição de 17 a 23 de março
Crítica de cinema: Amor e Malavita
Pedro Marta Santos 15 de abril de 2018 às 09:00

O que seria da vida e da arte sem osguilty pleasures? À distância de 33 e 42 anos, respectivamente, oMenos Que Zerode Bret Easton Ellis ou oDancing Queendos Abba continuam a ser criações de gosto mais do que duvidoso, mas o prazer de a elas voltarmos só recrudesce com o tempo (e poucos podem desmentir a mão no pulsoyuppiedozeitgeistpor Ellis ou a efervescência melódica da síntese das vozes de Frida Lyngstad e Agnetha Faltskog).

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