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Robôs humanoides: "Vai ser muito mais rápido do que as pessoas pensam"

Em menos de dez anos haverá robôs com forma humana a trabalhar em hotéis, bares, hospitais e até em sua casa. Luís Paulo Reis, investigador da Universidade do Porto, fala numa janela de três anos para a tecnbologia estar pronta. A China lidera o investimento, mas não está sozinha.

Portugal pode ter ficado aquém no Mundial de Futebol em junho, mas continua a ser uma potência futebolística noutro campeonato: a RoboCup, um mundial de futebol de robôs humanoides, onde a FC Portugal 3D (que junta investigadores das universidades do Porto e de Aveiro) compete com robôs humanoides simulados - num campo virtual. Até este ano, a FC Portugal 3D era tetracampeã mundial em título. E a tecnologia usada para ensinar estes robôs a jogar é um dos pilares que está a liderar a evolução nos humanoides. “Só perdemos o campeonato este ano”, conta com orgulho Luís Paulo Reis, diretor do Laboratório de Inteligência Artificial da Universidade do Porto, à SÁBADO. A derrota foi contra uma equipa do país que lidera hoje o investimento febril e os avanços nos robôs humanoides. “Foi uma equipa da China”, indica o investigador.

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