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Conheça os maiores coleccionadores de pacotes de açúcar

Adolfo bebeu 30 cafés num dia para levar as saquetas de açúcar para casa e Carlos escolhia o destino de férias em função dos pacotes que lhe faltavam. Vão encontrar-se

Todos os dias Adolfo Lopo e Helena Magalhães dedicam pelo menos cinco horas à sua colecção de pacotes de açúcar. O casal de professores, ambos reformados, organiza e cataloga as novas embalagens que encontra; e põe de parte outras – repetidas– para dar ou trocar. "O primeiro passo é retirar o açúcar", explica Adolfo Lopo, sentado junto à secretária, na sala de sua casa, na Margem Sul do Tejo. E apressa-se a exemplificar o procedimento: retira um pacote de um saco, agita-o, concentrando o conteúdo na parte de baixo – "deve formar uma barriguinha", diz – e depois faz um golpe com um X-acto. "Se fosse num café, usava o cabo da colher para o abrir".

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