Morreu Baptista-Bastos, o artista das palavras

CM 10 de maio de 2017

Marcou história do jornalismo português nos últimos 60 anos.

Por Correio da Manhã

"Onde é que você estava no 25 de Abril?". Foi com esta célebre pergunta, satirizada por Herman José, que Armando Baptista-Bastos se tornou um dos mais populares jornalistas portugueses das últimas décadas. Morreu ontem, aos 83 anos, no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, onde estava internado há várias semanas.

Nasceu a 27 de fevereiro de 1934, na capital. Iniciou a carreira no diário ‘O Século’, passando depois, com 19 anos, a subchefe de redação de ‘O Século Ilustrado’. Trabalhou depois na RTP, sob o pseudónimo Manuel Trindade. Nos anos seguintes foi presença habitual em boa parte da imprensa, como jornalista, colunista ou crítico. Entre outros, passou por ‘O Diário’, ‘República’, ‘Europeu’, ‘Seara Nova’, ‘Época’, ‘Sábado’, ‘Diário Popular’, ‘Jornal de Notícias’, ‘A Bola’, ‘Jornal de Letras’, ‘Expresso’, ‘Jornal do Fundão’, ‘Económico’, ‘Público’, ‘Diário de Notícias’, ‘Jornal de Negócios’ e, mais recentemente, Correio da Manhã.

Para continuar a ler
Já tem conta? Faça login