UE avisa que acordo de gasóleo russo traz "mais recursos" para alimentar a guerra
"Este não é o momento para aliviar a pressão sobre a Rússia e a Europa não o fará", declarou a alta-representante da UE para os Negócios Estrangeiros.
"Este não é o momento para aliviar a pressão sobre a Rússia e a Europa não o fará", declarou a alta-representante da UE para os Negócios Estrangeiros.
Negociações entram agora numa fase decisiva.
Numa altura em que Bruxelas e Pequim procuram evitar uma nova escalada das tensões comerciais.
O plano consiste num período probatório em que os novos estados membros podem perder direitos, como votar ou receber fundos europeus. Serve como estratégia para países não irem contra os valores da UE.
Soluções propostas são diferentes entre os vários partidos.
"A capacidade de resposta europeia deve fazer a diferença", defendeu o primeiro-ministro em Estrasburgo.
O presidente do Conselho Europeu aludia ao reforço das relações da UE com parceiros de diferentes regiões.
Luís Montenegro intervém no hemiciclo do Parlamento Europeu na terça-feira às 10:30 (09:30 em Portugal).
Advertem, porém, que isso não deve ser feito "em detrimento de políticas consagradas nos tratados".
Segundo dados do Eurostat.
De acordo com o serviço estatístico europeu, na comparação com o trimestre anterior, os preços das casas aumentaram 4,0% na área do euro e 4,7% na União Europeia (UE) entre janeiro e março.
Recentes relatórios de inteligência alertaram para a possibilidade de navios da "frota fantasma" a operar ao serviço da Rússia serem utilizados para lançar drones contra países costeiros da UE. Um ataque deste género causaria pânico, mas vale a pena perguntar: o que ganharia realmente a Rússia?
Andy Burnham, que fez campanha contra o Brexit em 2016, considerou na terça-feira que a saída da UE "trouxe mais malefícios do que benefícios" ao Reino Unido, em particular a nível económico.
O sistema elétrico europeu resistiu melhor às tensões geopolíticas de 2026 do que os combustíveis fósseis, graças ao maior peso das energias limpas na produção de eletricidade.
Segundo anunciou a Comissão Europeia.
O chefe de Estado lembrou os recentes ataques russos contra infraestruturas civis e energéticas em várias zonas da Ucrânia, incluindo na capital, Kiev.