Israel denuncia mensagens ameaçadoras a cidadãos em alegado ataque iraniano
"Esta é a última oportunidade que tem de se salvar a si e à sua família. As nossas filiais estão abertas", dizem as mensagens.
"Esta é a última oportunidade que tem de se salvar a si e à sua família. As nossas filiais estão abertas", dizem as mensagens.
A medida é uma emenda a dois projetos de lei já aprovados em outubro de 2024 que proibiam a UNRWA de operar tanto em território israelita como nos territórios palestinianos ocupados, revogando assim um texto de 1967 que servia de base às suas atividades.
Tzachi Hanegbi assumiu parte da responsabilidade pelo “terrível fracasso de 07 de outubro”.
Governo do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, autorizou o envio de uma delegação de Israel a Doha.
O objetivo é "evitar outro massacre no coração do país" como o de 7 de outubro de 2023 e pedem ao primeiro-ministro que o faça antes do final da sessão de verão do Parlamento, a 27 de julho, segundo o jornal The Times of Israel.
Não há, para já, registo de feridos do novo ataque lançado pelo Irão, mas Israel apela aos cidadãos que se mantenham nos abrigos.
"A onda de explosão causou danos superficiais numa pequena secção do Hospital Militar Soroka, que foi evacuada em grande parte", disse o ministro Abbas Araqchi.
O Irão disparou várias vagas de drones e mísseis nas últimas 24 horas, enquanto Israel atingiu Teerão, matando o chefe dos serviços de informações.
O governo israelita declarou uma situação de emergência em todo o país devido ao ataque que Israel lançou contra o Irão, prevendo uma retaliação eminente.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros português adiantou que na delegação de diplomatas estava o chefe de missão diplomática em Ramallah, Frederico Nascimento, que se encontra a salvo.
Um ataque contra o aeroporto Ben-Gourion levou várias companhias a suspenderem os voos para Telavive até terça-feira.
Na quinta-feira, o Governo israelita advertiu que reagiria "de forma enérgica" se a Síria não proteger a população drusa, em referência a recentes confrontos que provocaram mais de 100 mortos perto de Damasco.
Os meios de comunicação social palestinianos pró-Hamas noticiaram que o ataque aéreo matou Bardaweel, que é membro do gabinete político do grupo.
A invasão da Ucrânia gerou a onda de choque que gerou precisamente porque rompeu com a ordem estabelecida, assente na recusa das disputas territoriais diretas entre Estados do mundo "desenvolvido". Poderá inclusive dizer-se que o colonialismo puro e duro nunca desapareceu por completo.
Ataque não foi até ao momento reivindicado por qualquer grupo ou movimento.
Especialista Paulo Batista Ramos não acredita numa retaliação do Irão. No entanto, garante que Israel estará preparado para qualquer tipo de cenário.