Médio Oriente: Líbano confirma acordo do Hezbollah para cessar-fogo com Israel
O gabinete do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, recusou para já comentar o anúncio desta trégua.
O gabinete do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, recusou para já comentar o anúncio desta trégua.
Além da fragmentação do apoio por parte dos partidos ultraortodoxos, Netanyahu enfrenta acusações de corrupção, é responsável por um crescente isolamento internacional de Israel e por falhas de segurança relacionadas com os ataques de 7 de outubro.
A decisão pode elevar para 103 o número total de colonatos construídos ou legalizados desde que o atual Governo assumiu o poder em dezembro de 2022, um número significativamente superior aos seis aprovados pelas autoridades nos 30 anos anteriores.
Porta-voz da Casa Branca Davis Ingle disse que o presidente Trump "deixou muito claro" que nem os membros do Congresso, nem os funcionários da Casa Branca podem usar informação privilegiada para seu benefício financeiro.
Entre as condições impostas pelos norte-americanos está a obrigatoriedade do desmantelar as capacidades nucleares do país e comprometer-se em nunca desenvolver armas nucleares.
O Irão rejeitou até agora qualquer discussão para estabelecer um cessar-fogo neste conflito que se propagou a toda a região e reacendeu a guerra no Líbano, depois de o grupo xiita Hezbollah ter partido em apoio do seu aliado de Teerão e começado a atacar Israel.
Trump defendeu os protestos no Irão. A declaração não agradou, no entanto, o chefe militar que disse que "se o inimigo cometer um erro" a resposta será mais potente do que na guerra de 12 dias com Israel.
"Esta é a última oportunidade que tem de se salvar a si e à sua família. As nossas filiais estão abertas", dizem as mensagens.
A medida é uma emenda a dois projetos de lei já aprovados em outubro de 2024 que proibiam a UNRWA de operar tanto em território israelita como nos territórios palestinianos ocupados, revogando assim um texto de 1967 que servia de base às suas atividades.
Tzachi Hanegbi assumiu parte da responsabilidade pelo “terrível fracasso de 07 de outubro”.
Governo do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, autorizou o envio de uma delegação de Israel a Doha.
O objetivo é "evitar outro massacre no coração do país" como o de 7 de outubro de 2023 e pedem ao primeiro-ministro que o faça antes do final da sessão de verão do Parlamento, a 27 de julho, segundo o jornal The Times of Israel.
Não há, para já, registo de feridos do novo ataque lançado pelo Irão, mas Israel apela aos cidadãos que se mantenham nos abrigos.
"A onda de explosão causou danos superficiais numa pequena secção do Hospital Militar Soroka, que foi evacuada em grande parte", disse o ministro Abbas Araqchi.
O Irão disparou várias vagas de drones e mísseis nas últimas 24 horas, enquanto Israel atingiu Teerão, matando o chefe dos serviços de informações.
O governo israelita declarou uma situação de emergência em todo o país devido ao ataque que Israel lançou contra o Irão, prevendo uma retaliação eminente.