Técnicos de emergência pré-hospitalar manifestam-se na quarta-feira frente à AR
Numa ação de protesto contra a reorganização prevista para o INEM.
Numa ação de protesto contra a reorganização prevista para o INEM.
O STEPH disse que a criação desta pool de 40 ambulâncias corresponde, na prática, à retirada de 56 ambulâncias de emergência médica do INEM.
Ao rejeitar o modelo de integração das ambulâncias nas unidades locais de saúde.
Para esta associação, o INEM encontra-se “fragilizado há vários anos” e com uma “incapacidade persistente para cumprir, de forma eficaz, as suas obrigações legais”.
Conselho de Ministros aprovou quatro diplomas na área da saúde, nomeadamente a nova lei orgânica do Instituto Nacional de Emergência Médica e os novos regimes de trabalho para médicos tarefeiros e de horas extraordinárias nas urgências.
Dos seis inquéritos, dois foram investigados em Bragança e os restantes em Almada, Montemor-o-Novo, Pombal e Tondela.
Ana Paula Martins admitiu que o diploma não resolverá tudo de imediato, apontando áreas que exigem legislação complementar, como o transporte de doentes não urgentes e a certificação das viaturas.
Ana Paula Martins considera quea gestão das greves "podia ter sido mais bem feita".
Na comissão parlamentar de inquérito ao INEM, Cristina Vaz Tomé descreveu um organismo fragilizado, com baixa execução orçamental, falhas operacionais e incumprimentos com parceiros essenciais.
Na audição perante os deputados, Manuel Pizarro, que foi ministro da Saúde entre setembro de 2022 e março de 2024, adiantou que não gosta da ideia de uma refundação do instituto responsável por coordenar o Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM).
Deputado do PSD Miguel Guimarães reponsabilizou as grávidas pelo número de partos realizados em ambulâncias, alegando que estas alertam "tarde demais". INEM e Bombeiros contestam explicação.
Segundo Luís Mendes Cabral, o organismo "já trabalhava no limite ao longo de vários meses", mas durante a paralisação ocorreu um agravamento súbito que condicionou o funcionamento dos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU).
O presidente do sindicato dos TEPH adiantou que estão por implementar três protocolos de atuação farmacológicos, nas áreas da dor, das intoxicações e das paragens cardiorrespiratórias, que impedem os técnicos de atuar, "com claro prejuízo para os cidadãos".
Carlos Carapeto garantiu que o INEM falhou em toda a linha.
Dirigentes eram pagos em duplicado para dar formação. Para contornar as ilegalidades, mudou-se para a formação externa, que também já está sob suspeita
Ana Margarida de Brito Pedroso falava na Comissão Parlamentar de Inquérito ao INEM, para apurar responsabilidades durante a greve no final de 2024.