Falta de ambulâncias do INEM levou a novo parto em casa na quarta-feira
Caso sucedeu na quarta-feira em Almada, no bairro do Torrão.
Caso sucedeu na quarta-feira em Almada, no bairro do Torrão.
O presidente do INEM confirmou a transferência das ambulâncias de emergência médica do INEM para as Unidades Locais de Saúde (ULS) e a transformação das atuais ambulâncias de Suporte Imediato de Vida (SIV) em viaturas ligeiras.
O STEPH disse que a criação desta pool de 40 ambulâncias corresponde, na prática, à retirada de 56 ambulâncias de emergência médica do INEM.
O presidente do sindicato dos TEPH adiantou que estão por implementar três protocolos de atuação farmacológicos, nas áreas da dor, das intoxicações e das paragens cardiorrespiratórias, que impedem os técnicos de atuar, "com claro prejuízo para os cidadãos".
Os óbitos foram declarados no local do acidente pelo médico da viatura médica de emergência e reanimação (VMER) de Albufeira.
Os únicos meios operacionais disponíveis pelas 13:00 eram as quatro ambulâncias de Suporte Imediato de Vida (SIV), sediadas em Loulé, Lagoa, Tavira e Vila Real de Santo António.
A fita do tempo desta ocorrência regista uma primeira chamada pelas 18h07, seguida de uma segunda chamada de socorro a questionar a demora dos meios.
Aconteceu na Estrada Municipal 554 (EM554), que liga Porto Covo e Sines, no distrito de Setúbal.
Segundo o relatório anual de Gestão de Atividades do INEM, nem todas as ocorrências de prioridade 1 tiveram o correspondente nível de meios de suporte imediato ou avançado de vida.
A falta de enfermeiros no instituto que coordena a emergência pré-hospitalar tem levado a um elevado volume de trabalho extraordinário, refere o sindicato.
O Expresso noticiou hoje que um bebé nasceu prematuro numa ambulância mas acabou por morrer após a admissão na Urgência Obstétrica do hospital de Leiria.
A presidente da Federação Nacional dos Médicos (Fnam) disse na quinta-feira que só em metade deste ano já nasceram 36 bebés em ambulâncias, considerando que tal "não é normal".
A inspeção da Saúde diz que a população tem de saber que quando desliga uma chamada de socorro, por não ter sido atendida, e efetua novas, está a abrir mais ocorrências, o que afeta vários meios dispersa o tratamento do caso.
O técnico, que sofreu traumatismos na cara, foi levado para observação no Hospital de Santo António, no Porto.
IP2 foi cortada. Foi acionado um helicóptero para socorrer as vítimas.
Uma das equipas dos bombeiros "deslocou-se imediatamente ao local" e, quando chegou junto à vítima, que "estava em paragem cardiorrespiratória", os operacionais "verificaram que havia um telefone que estava com uma chamada em curso, com 28 minutos, para tentarem obter ligação com a linha 112".