Trabalhadores do INEM avançam com providência cautelar para suspender deliberação sobre formação
O que está em causa "é uma ilegalidade", salientou Rui Gonçalves.
O que está em causa "é uma ilegalidade", salientou Rui Gonçalves.
Os únicos meios operacionais disponíveis pelas 13:00 eram as quatro ambulâncias de Suporte Imediato de Vida (SIV), sediadas em Loulé, Lagoa, Tavira e Vila Real de Santo António.
A fita do tempo desta ocorrência regista uma primeira chamada pelas 18h07, seguida de uma segunda chamada de socorro a questionar a demora dos meios.
Aconteceu na Estrada Municipal 554 (EM554), que liga Porto Covo e Sines, no distrito de Setúbal.
Em declarações na Comissão Parlamentar de Saúde, Ana Paula Martins disse que este ano foram registados cerca de 50 partos em ambiente extra-hospitalar.
Segundo o relatório anual de Gestão de Atividades do INEM, nem todas as ocorrências de prioridade 1 tiveram o correspondente nível de meios de suporte imediato ou avançado de vida.
A falta de enfermeiros no instituto que coordena a emergência pré-hospitalar tem levado a um elevado volume de trabalho extraordinário, refere o sindicato.
A presidente da Federação Nacional dos Médicos (Fnam) disse na quinta-feira que só em metade deste ano já nasceram 36 bebés em ambulâncias, considerando que tal "não é normal".
O técnico, que sofreu traumatismos na cara, foi levado para observação no Hospital de Santo António, no Porto.
IP2 foi cortada. Foi acionado um helicóptero para socorrer as vítimas.
A chamada não foi "imediatamente atendida e acabou por ser desligada na origem", confirma fonte oficial.
Operações de socorro mobilizaram 40 operacionais dos bombeiros de Amora, Seixal e Cacilhas, militares da GNR e elementos do INEM, auxiliados por 18 veículos.
As vítimas tiveram apenas ferimentos ligeiros, mas cinco foram transportadas ao hospital.
Vítima terá embatido contra uma porta de vidro que lhe causou ferimentos mortais. Incidente está a ser investigado pela Polícia Judiciária.
Associação Nacional de Técnicos de Emergência Médica contraria versão do INEM e assegura que as ambulâncias SIV "não prestam cuidados médicos de emergência avançados".
Ocorrência deu-se na praia da Lota, em Manta Rota. INEM garante que "não se confirma atraso na assistência", mas que VMER seguiu para outra situação de emergência.