Trabalhadores da Autoeuropa prometem continuar luta contra pacote laboral
Vão participar na manifestação da CGTP-IN convocada para 28 de fevereiro, em Lisboa.
Vão participar na manifestação da CGTP-IN convocada para 28 de fevereiro, em Lisboa.
Os salários na Base das Lajes, na ilha Terceira, são pagos quinzenalmente. A quinzena de 17 de outubro foi paga com cortes e a de 27 de outubro não foi paga.
Os trabalhadores portugueses ao serviço das Feusaçores, na ilha Terceira, são pagos quinzenalmente.
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Centenas de trabalhadores da Base das Lajes estão com salários em atraso e pedem a ação do Governo. Portugueses recebem vencimentos abaixo do salário mínimo e são alvos de despedimentos, que dependem "do humor dos comandantes".
Os trabalhadores da Global Media estiveram em greve no dia 10 para exigir o pagamento do salário de dezembro e do subsídio de Natal.
A Autoeuropa suspendeu a produção em 11 de setembro devido à falta de peças proveniente de uma fábrica da Eslovénia.
Os trabalhadores da Lusa cumpriram este domingo o quarto dia de greve. A agência está sem serviço informativo, mas a administração e o Governo continuam sem dar respostas ao pedido de aumentos de 100 euros, após 12 anos sem qualquer aumento salarial.
O serviço de recolha de lixo na cidade vai ser "afetado", entre a noite de segunda-feira e terça-feira, anunciou a autarquia.
Para além da greve desta terça-feira, estão previstas novas paralisações nos dias 09 e 16 de dezembro, no mesmo período horário.
Durante uma ação de campanha para as eleições autárquicas em Matosinhos, Costa afirmou que "era difícil imaginar tanto disparate, tanta asneira, tanta insensibilidade" como a Galp demonstrou no encerramento da refinaria de Matosinhos, prometendo uma "lição exemplar" à empresa.
"É uma decisão complexa e difícil que ocorre depois de muita ponderação, mas torna-se inevitável", assume a empresa.
A Galp vai concentrar as suas operações de refinação e desenvolvimentos futuros no complexo de Sines e descontinuar a refinação em Matosinhos a partir do próximo ano.
A administração da fábrica de automóveis em Palmela não vai renovar os contratos a termo de 120 trabalhadores ligados à produção dos veículos.
A empresária angolana entrou no capital da Efacec Power Solutions em 2015, após comprar a sua posição aos grupos portugueses José de Mello e Têxtil Manuel Gonçalves.
Isabel Camarinha disse que "as opções que têm sido tomadas pelo Governo não garantem o emprego e os direitos dos trabalhadores".