Presidenciais: Paulo Raimundo apela "ao voto necessário" em António José Seguro
Secretário-geral do PCP não considera que Seguro representa a esquerda, mas entende que o voto no socialista é necessário para derrotar Ventura.
Secretário-geral do PCP não considera que Seguro representa a esquerda, mas entende que o voto no socialista é necessário para derrotar Ventura.
António José Seguro e André Ventura vão disputar a segunda volta das eleições presidenciais, em 08 de fevereiro, depois de, em 18 de janeiro, o candidato apoiado pelo PS ter conquistado 31,12% dos votos e Ventura, líder do Chega, obtido 23,52%.
O chefe do executivo disse que neste momento está apenas focado em governar.
Candidato mostrou-se feliz com os apoios que tem vindo a receber de vários quadrantes políticos, mas reforçou que no dia das eleições é preciso ir às urnas.
No domingo, António José Seguro e André Ventura foram os mais votados na primeira volta das eleições para o Palácio de Belém e vão disputar a segunda volta, em 08 de fevereiro.
Dos 1.797 que votaram, 1.779 (99%) escolheram "sim" à pergunta sobre se o Livre deveria apoiar a candidatura de António José Seguro na segunda volta, tendo 18 votado "não".
Partido alega que em causa não está a opção entre esquerda e direita, mas sim a defesa da democracia.
Segundo um estudo do LabCom, no âmbito do ODEPOL – Observatório de Desinformação Política.
Segundo anunciou o partido em comunicado.
Para o sufrágio de hoje estavam inscritos 11.039.672 eleitores, mais 174.662 do que nas eleições presidenciais de 2021.
Nas últimas eleições presidenciais, em 24 de janeiro de 2021, e à mesma hora, a afluência às urnas foi de 17,07%.
Num universo de 5.337 eleitores inscritos em Lugano, já votaram entre sábado e hoje a meio da manhã mais de 200 eleitores.
Vão ser impressos e distribuídos os boletins de voto do segundo sufrágio tanto no estrangeiro como no território nacional.
Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera.
No caso de existir uma segunda volta, os eleitores emigrantes poderão votar a 07 e 08 de fevereiro.
A União Europeia deu luz verde na sexta-feira ao avanço deste importante acordo comercial com o bloco sul-americano, apesar da oposição de vários países, nomeadamente França, Hungria, Polónia, Irlanda e Áustria.