Joana Bordalo e Sá sobre centro de saúde com gestão privada: “Governo optou por desinvestir no SNS”
A presidente da Federação Nacional dos Médicos considera que a parceria público-privada acarreta o risco de “exclusão e desigualdades”.
A presidente da Federação Nacional dos Médicos considera que a parceria público-privada acarreta o risco de “exclusão e desigualdades”.
Sobre Fernando Alexandre, o ministro da Defesa diz que um mandato não é definido por um episódio "que possa ter corrido um bocadinho pior".
Sindicato denunciou que "a falta de pessoal do quadro" no SNS e a dependência de prestadores de serviço estão a ter efeitos, sobretudo, na Cirurgia e na Obstetrícia.
Ministro da Presidência deixou também críticas ao PS, que considerou parecer querer "fazer sofrer o Governo" pelos problemas que deixou após oito anos de governação.
Constrangimentos acontecem ao nível da prescrição de receitas e no acesso a consultas.
Primeiro-ministro falou no Centro Cultural Artikuss de Sanem, no Luxemburgo, onde hoje se juntou à visita do Presidente da República ao país.
O Governo aprovou na semana passada em Conselho de Ministros a proposta de lei de revisão da lei laboral, que será discutida no parlamento.
Com os bombos a marcar o ritmo, o desfile marcado por muitas faixas, bandeiras, cartazes, avançava ao som de palavras de ordem como: "A luta continua, nas escolas e na rua" e "Negociação Sim, imposição não".
Estava escondido numa casa, nas imediações.
Durante a tarde desta sexta-feira, milhares de pessoas juntaram-se às comemorações do 1.º Maio, na manifestação convocada pela CGTP entre o Martim Moniz e a Alameda D. Afonso Henrique, em Lisboa. A UGT concentrou-se no Jamor.
Negociações duraram nove meses. Questões como o "outsourcing" ou o banco de horas eram cruciais para a central sindicalista e motivaram o chumbo da proposta.
Mário Mourão disse que o secretariado da UGT ainda está a analisar a última versão da proposta apresentada pelo Governo e que só na quinta-feira irá emitir uma decisão. Já a CGTP esteve hoje reunida com Seguro para denunciar a tentativa do Executivo em afastá-la do processo.
Foi alcançado um acordo com a empresa que garante algumas das condições que haviam levado ao pré-aviso de greve.
A paralisação é justificada pelo incumprimento de acordos assinados em 2019, nomeadamente ao nível da formação e organização do trabalho.
Para este período de greve, não foram decretados serviços mínimos, apesar do pedido da administração, que não foi deferido em tribunal.
Sindicato vê, no entanto, com"muita dificuldade a suspensão da greve" de quinta-feira.