Governo da Madeira exige serviços mínimos durante greve da easyJet
O executivo madeirense indica que, no conjunto dos dois períodos, estão potencialmente abrangidas 62 operações e 11.532 lugares a cargo da companhia.
O executivo madeirense indica que, no conjunto dos dois períodos, estão potencialmente abrangidas 62 operações e 11.532 lugares a cargo da companhia.
O INEM e o Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar estiveram reunidos durante três horas e meia, tendo Ana Paula Martins referido que "houve um esforço de aproximação", mas ainda não foi possível chegar a um entendimento.
Serviços mínimos aplicam-se apenas a casos urgentes.
A greve geral convocada pela CGTP para esta quarta-feira está a afetar fortemente a maioria dos serviços públicos, com efeitos a prolongarem-se até quinta-feira.
O impacto da greve geral paralisou na manhã desta quarta-feira a estação de Campanhã, no Porto. Sindicato alerta que este protesto supera o de dezembro e exige que o investimento na ferrovia passe urgentemente do papel para o terreno.
O Tribunal Arbitral decidiu, por maioria, "não fixar serviços mínimos de transporte fluvial de passageiros a assegurar pela Soflusa/TTSL".
O acórdão determina o "funcionamento, em 50% do seu regime normal, das carreiras 703, 708, 717, 726, 735, 736, 738, 751, 755, 758, 760 e 767".
Ana Paula Martins considera quea gestão das greves "podia ter sido mais bem feita".
Para este período de greve, não foram decretados serviços mínimos, apesar do pedido da administração, que não foi deferido em tribunal.
Sindicatos exigem garantias escritas de manutenção dos postos de trabalho e dos direitos adquiridos.
Banco de horas individual, ‘outsourcing’ logo após despedimentos ou o alargamento dos serviços mínimos em caso de greve estão entre as medidas mais contestadas pela UGT.
Popular disse à CMTV que estava a contar com os serviços mínimos dos barcos para se deslocar do terminal fluvial do Barreiro até Lisboa.
CGTP e UGT unem-se numa greve geral, esta quinta-feira, para tentar travar as alterações ao Código do Trabalho que o Governo quer aprovar. Paulo Ribeiro Pinto, editor de Economia do Negócios, explica 10 das alterações que estão em cima da mesa.
O pacote laboral apresentado pelo Governo prevê a revisão de centenas de artigos do Código do Trabalho. Alterações aos contratos e simplificação de despedimentos distanciam o Governo dos sindicatos.
Para o Tribunal Arbitral do Conselho Económico e Social.