Phil Hogan e Sam Gyimah na conferência do NOW
Evento realiza-se a 16 de junho e traz grandes figuras a Portugal.
Evento realiza-se a 16 de junho e traz grandes figuras a Portugal.
José Manuel Durão Barroso, futuro presidente da Comissão Europeia, futuro presidente não executivo do Goldman Sachs International, futuro cidadão do mundo com várias moradas em países com regimes fiscais convenientes — foi maoísta.
Durão Barroso substitui Nuno Morais Sarmento, que pediu demissão por motivos de saúde.
Organização tem ganho grande importância devido à pandemia provocada pela covid-19. Atualmente, o antigo primeiro-ministro é Chairman e diretor não-executivo da Goldman Sachs International.
O ex-presidente da Comissão Europeia diz que o capitalismo foi o sistema que deu "maior prosperidade aos povos", mas defende que é preciso retribuir mais.
O antigo primeiro-ministro considerou que, em termos comparativos, a situação não está "tão mal" em Portugal.
A comissão liquidatária do BES quer que a Goldman Sachs International devolva os juros e as comissões pagas na montagem da Oak Finance, a dias da resolução. São 104 milhões de dólares (cerca de 90 milhões de euros). O banco presidido por Durão Barroso contesta.
O presidente do Goldman Sachs International considera que a provedora de Justiça da UE foi além das suas competências. Emily O’Reilly recuou nas recomendações e pede agora apenas reavaliação da contratação de Durão pelo Comité de Ética.
O Goldman Sachs garantiu hoje, em comunicado, que Durão Barroso sempre se recusou a representar o banco de investimento junto de responsáveis da União Europeia
Grupo salienta que quaisquer encontros ocorridos são do foro pessoal.
O vice-presidente da Comissão Europeia, Jyrki Katainen, iliba o "amigo" Durão Barroso e diz que este não fez lóbi.
"António Vitorino faz lóbi pelo Santander junto de comissários europeus e nunca ninguém disse nada", acusou fonte próxima de Durão.
O presidente não-executivo e consultor do Goldman Sachs não procurou “benefício” para o banco de investimento em reunião com comissário, indica fonte próxima.
A denúncia foi conseguida através de uma carta do vice-presidente da Comissão Europeia, Jyrki Katainen.
O ex-presidente da Comissão Europeia encontrou-se em Outubro com o comissário finlandês com as pastas do emprego e crescimento, violando o compromisso com Juncker de que não faria lóbi em Bruxelas pelo banco americano.
O BCP está esta quarta-feira no mercado a emitir dívida subordinada a 10 anos, numa operação que está a ser boicotada por grandes fundos internacionais.