PSD/Congresso: IL contra fundo soberano do Estado para empresas e insiste na reforma laboral
"Perante uma reforma que falhe por causa da esquerda e do Chega, a IL irá apresentar medidas que melhorem a vida dos portugueses", disse deputado liberal.
"Perante uma reforma que falhe por causa da esquerda e do Chega, a IL irá apresentar medidas que melhorem a vida dos portugueses", disse deputado liberal.
PCP diz que luta pelos direitos dos trabalhadores vai continuar e que o Governo, "se persistir nestas políticas, vai continuar a acumular derrotas".
Interrogado sobre as condições de governabilidade por parte do executivo PSD/CDS, após o chumbo na sexta-feira, na Assembleia da República, da proposta de revisão das leis laborais, o ex-ministro dos Assuntos Parlamentares defendeu que a situação política "é exatamente a mesma".
Resultados foram anunciados apenas com a indicação de que a lista proposta pelo presidente do partido teve 592 votos favoráveis.
Maria Luís Albuquerque encabeça a lista.
No discurso que proferiu no Congresso Nacional do PSD, que decorre em Anadia, distrito de Aveiro.
Luís Montenegro anunciou os principais nomes para os órgãos nacionais perante o 43.º Congresso do PSD, que se reúne até domingo no Velódromo de Sangalhos, em Anadia (Aveiro).
Ministro da Presidência deixou também críticas ao PS, que considerou parecer querer "fazer sofrer o Governo" pelos problemas que deixou após oito anos de governação.
Ministro classificou Luís Montenegro como "um homem íntegro, um homem de fibra".
"O que vimos ontem [sexta-feira] foi triste e destaco que o único grande partido ao centro é o PSD, todos os outros estão à esquerda e inclusive o Chega que se juntou a toda a esquerda e à extrema-esquerda contra o país avançar", frisou o autarca de Lisboa
Fernando Alexandre comparou a atual governação à de Cavaco Silva.
O dirigente do PSD - que prometeu "continuar na primeira linha do combate político" - disse mesmo que irá obrigar os dois partidos a esse diálogo.
José Manuel Fernandes fala em "empatas" e partidos interesseiros "em quem não se pode confiar".
Luís Montenegro deverá ser reeleito.
No 42.º Congresso de Braga, a direção conseguiu 65% dos lugares ao Conselho Nacional, embora desta vez apenas concorrem quatro listas.