Montenegro abre congresso do PSD um dia depois do "chumbo" do pacote laboral
O primeiro-ministro assegurou que o Governo "não vai desistir" de dar a Portugal "condições para que o país seja competitivo e produtivo".
O primeiro-ministro assegurou que o Governo "não vai desistir" de dar a Portugal "condições para que o país seja competitivo e produtivo".
Para Ventura, "baixar ou começar a baixar a idade da reforma não é um requisito esotérico, é uma exigência de um país que trabalha".
O dirigente da 'jota' vai substituir no cargo de presidente da JSD o deputado João Pedro Louro, que foi eleito em junho de 2024 com 81% dos votos.
Encontroterá por temas a lei da nacionalidade e o pacote laboral.
Primeiro ministro abordou a reforma laboral.
A IL "não vai apoiar nenhum candidato" na segunda volta e não fará campanha "na medida em que o seu espaço político, reformista, do centro-direita, não é representado por nenhum deles".
As únicas presidenciais da democracia portuguesa que obrigaram a uma segunda volta realizaram-se em 1986, entre Freitas do Amaral e Mário Soares, dividindo então o país entre esquerda e direita.
O antigo líder da IL considerou que a sua candidatura é, hoje, a única capaz de impedir esse cenário.
Primeiro-ministro assegura que "não há que ter medo" na nova lei.
"Nunca tive medo de eleições, já estive muitos anos na oposição, tenho muitos quilómetros de atividade política e há uma coisa: só quero exercer funções políticas na base da confiança do povo, portanto nunca me importo de estar em juízo e em julgamento", disse o primeiro-ministro.
O primeiro-ministro manifestou disponibilidade do Governo para ouvir e integrar contributos das oposições, mas deixou um aviso.
Na última legislatura, o secretário-geral do PSD, Hugo Soares, foi eleito líder do grupo parlamentar social-democrata com 98,7% dos votos.
"Há uma greve a decorrer com uma adesão de 100%. O Governo falhou na negociação e agora quer responsabilizar os sindicatos, os partidos", condenou o líder do PS, admitindo que "não queria acreditar" naquilo que ouviu.
Ambos apelaram ao voto útil nas legislativas de 18 de maio, com Pedro Nuno Santos a sustentar que só "com uma vitória do PS" é possível evitar um Governo da AD e Luís Montenegro a pedir a quem antes votou noutros partidos e a quem está indeciso para "concentrar o seu voto" na coligação PSD/CDS-PP.
Reforçar a atração de professores para regiões com mais alunos sem aulas e, no ensino superior, aumentar da bolsa mínima de ação social são outros dos compromissos. Programa da AD vai ser apresentado esta sexta-feira.
Questionado se também não vê alternativa a eleições antecipadas, o líder do PS acusou Luís Montenegro de fugir "do apuramento da verdade, como o diabo foge da cruz".