O dia C da democracia
A Constituinte sobreviveu a um cerco (que Pinheiro de Azevedo alvitrou terminar à bomba), golpes e contra-golpes, a deputados sem salário e a muitos berros de “fascista”. Terminou em júbilo e hino: cumpriu a missão.
A Constituinte sobreviveu a um cerco (que Pinheiro de Azevedo alvitrou terminar à bomba), golpes e contra-golpes, a deputados sem salário e a muitos berros de “fascista”. Terminou em júbilo e hino: cumpriu a missão.
O homem que cruza política e media ao mais alto nível publica mil páginas de "Memórias" nas quais defende o legado e não perdoa os inimigos: políticos, jornalistas, empresários e estrelas de TV.
Oposição diz que "o regime procura desviar a atenção" da situação do país para "um suposto evento repleto de inconsistências, dúvidas e contradições".
O Departamento de Justiça norte-americano acusou o presidente da Venezuela e 13 pessoas do seu círculo de narcoterrorismo e de conspiraram com rebeldes colombianos.
O líder da oposição e presidente do parlamento da Venezuela disse que a sua morte não vai deter a luta pela democracia, após homens armados atacarem manifestantes antigovernamentais.
"Talvez eles ainda acreditem que somos súbditos e que podem, como império, dar ordens", afirmou o presidente da Assembleia Constituinte, Diosdado Cabello.
Ministério das Relações Exteriores reforçou a ideia que foi facilitada a entrada de Juan Guaidó na aeronave que partiu de Lisboa rumo a Caracas, com uma "identidade falsa". Regime de Maduro pede investigação rigorosa.
Presidente da Venezuela adiantou que o país estuda medidas para responder ao apoio dado por embaixadores de vários países da Europa a Juan Guaidó, que recentemente foram recebê-lo ao aeroporto.
"Vamos implantar um sistema de mísseis, de defesa antiaérea, de defesa terrestre, blindada, porque a Venezuela deve ser respeitada", disse.
Maduro combinou com os EUA, Guaidó e a Rússia a sua saída de cena. Mas presidente da Assembleia Constituinte não concordou com a decisão e Maduro voltou atrás.
O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, pediu aos populares que saiam à rua para deporem o regime de Nicolás Maduro.
Líder da oposição a Maduro foi acusado de violar a Constituição ao autoproclamar-se presidente interino da Venezuela e por desrespeitar, em fevereiro último, uma proibição de saída do país ditada por aquele órgão.
Venezuela acusa Portugal de pôr em perigo os seus cidadãos
Diosdado Cabello, presidente da Assembleia Constituinte, acusou Espanha, Portugal e Alemanha de pôr em perigo os seus cidadãos ao reconhecerem Juan Guaidó como presidente interino do país.
Segundo nome do regime, Diosdado Cabello, assegura que no momento da detenção um tenente envolvido estava a receber um telefonema do estrangeiro e que os revoltosos "foram enganados" com promessas.
Nicolás Maduro, vai prestar juramento para um novo mandado presidencial perante o Supremo Tribunal de Justiça.