Ministro da Educação volta a defender aumento do valor das propinas
Fernando Alexandre quer que as propinas sejam atualizadas de acordo com a taxa de inflação.
Fernando Alexandre quer que as propinas sejam atualizadas de acordo com a taxa de inflação.
“Fizemos”, “construímos”, "tivemos a coragem de fazer". Moedas reivindicou a autoria de 112 obras que eram do antecessor, de juntas, de universidades e do Governo (são dezenas de obras, incluindo creches, USF, escolas, jardins, residências estudantis, ou casas), incluindo com deturpação de números. Afirmou haver "mais 400 cantoneiros" a recolher lixo, mas mapa de pessoal da CML mostra que há menos 117
O preço médio de um quarto no País é de 416 euros e muitas vezes famílias têm de recorrer a situações sem contrato que fragiliza ainda mais a sua posição.
"Os exames nacionais são um instrumento essencial para garantir a avaliação das aprendizagens" e sem eles não é possível identificar quais são as "escolas que estão a funcionar bem e as que estão a funcionar mal", defendeu.
Desde as autarquias mais desertas até às mais populadas, é cada vez mais comun que concursos públicos fiquem sem qualquer resposta.
Falhado o objetivo das 17 mil novas camas até ao final de 2024, o Governo procura agora soluções numa parceria com os privados para a construção de mais residências em 2025.
Até ao final do ano, o Ministério da Educação, Ciência e Inovação estima que o número de camas em residências públicas chegue às 17 mil, no âmbito do Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior (PNAES), uma capacidade insuficiente para receber os mais de 100 mil estudantes deslocados.
Ainda esta semana, novos dados apontam que os estudantes portugueses dizem não ter dinheiro para comer bem no fim do mês. Em cada número há uma pessoa, um jovem, um estudante e uma família.
Os grandes custos no que toca à habitação e as baixas expectativas salariais em Portugal são apresentados como as principais razões para a vontade de sair. Especialista Pedro Góis defende que é preciso ouvir os jovens.
Os estudantes são colocados no ensino superior, mas ficam desalojados. Uma etapa feliz na vida de um jovem rapidamente se transforma num cenário pouco animador.
Alexandre conseguiu um quarto em Lisboa por 228 euros, Carolina está no Porto e paga 300 – conheça os truques para sobreviver à saga das casas para estudantes.
O aumento é, sobretudo, justificado pelo número de beneficiários de ASE no escalão C.
Todos os grupos parlamentares reconheceram que a falta de alojamento é um dos principais obstáculos no acesso ao ensino superior, mas enquanto a oposição exigiu medidas urgentes, o PS considerou as propostas em discussão redundantes.
170 Novas camas reforçam oferta de alojamento
Até os estudantes internacionais, que não costumam registar problemas, pediram ajuda em Lisboa, revela presidente da Federação Académica. No Porto a situação não é melhor: "Alunos estão colocados, mas desalojados."
Associação Académica de Coimbra marcou o Dia do Estudante com protesto e pediu um teto máximo para os alunos estrangeiros frequentarem mestrados.