Um ano depois, o bairro do Talude voltou
As demolições mediáticas não acabaram com o bairro de barracas de Loures. E sem estratégia à vista, ali continuam a viver 73 famílias sem água, por vezes sem luz.
As demolições mediáticas não acabaram com o bairro de barracas de Loures. E sem estratégia à vista, ali continuam a viver 73 famílias sem água, por vezes sem luz.
Na herdade do Cabeço da Flauta, a caminho da aldeia do Meco, onde antes se fazia o festival SBSR, já quase não há sombras. Para quê um abate desta dimensão, impõe-se questionar? Uma semana depois da manifestação que juntou 300 pessoas na área devastada, as respostas continuam por dar.
A proposta do PCP realça o aproveitamento de sete imóveis localizados em Lisboa, incluindo a Quinta da Alfarrobeira, o Hospital Miguel Bombarda e o complexo da antiga Manutenção Militar Norte.
PS reforça que aprovação representa "um retrocesso grave e um ataque claro ao pluralismo e ao funcionamento democrático do órgão autárquico".
Oito pessoas, entre as quais cinco crianças, foram desalojadas no Bairro da Urmeira, em Odivelas, sem que tenham uma solução de habitação.
Negócios imobiliários de Alexandre Almeida, o presidente da câmara de Paredes, e recandidato pelo PS, estão a levantar suspeitas, como revelou a SÁBADO.
Negócios imobiliários de Alexandre Almeida, o presidente da câmara de Paredes, e recandidato pelo PS, estão a levantar suspeitas
Entre Troia e Melides, os empreendimentos milionários brotam como cogumelos. Em 10 anos, Grândola tornou-se uma das câmaras mais ricas do País e é visitada por celebridades mundiais. Mas há dores de crescimento: faltam casas, mão de obra e transportes e teme-se a destruição do último recanto virgem da costa portuguesa.
Alteração ao regulamento do Alojamento Local suspende novas licenças em freguesias onde hotelaria continua a crescer.
A interdição entra em vigor na próxima segunda-feira, segundo a autarquia liderada pelo independente Rui Moreira.
Câmara lançou a construção sem autorizações necessárias. Agora, alega “interesse público” para fintar veto ambiental e mantém o contrato clandestino.
A proposta foi aprovada pelos vereadores de PSD/CDS-PP, PS, PCP e Livre. O BE absteve-se.
Quem quer mais habitação, não pode apenas querer mais construção. Queremos mais casas mas a um preço que consigamos pagar. Não as queremos à custa do ambiente, da qualidade de vida e da nossa segurança.
Inundações e a subida do nível médio das águas do mar são desafios com que as cidades portuguesas se vão deparar nos próximos anos. Mas já há soluções: a maioria vem da Natureza.
Na opinião do presidente da Associação Lisbonense de Proprietários, é preciso encontrar investidores para construir mais casas, preferencialmente a custos controlados, para os mais desfavorecidos e a classe média.
Em 2022, a câmara de Santa Maria da Feira, liderada por Emídio Sousa, pagou 200 mil euros por um terreno que valia apenas 80 mil. Polícia Judiciária fez buscas na autarquia em junho. Atual governante diz à SÁBADO que atuou com “transparência e legalidade”. Autarquia esclarece que preferiu dar pelo terreno o "preço justo".