Luís Neves no Ministério da Administração Interna: um polícia ao serviço da República
Luís Neves não é um político. É um polícia. E essa distinção, que pode parecer semântica, constitui na verdade o ponto fulcral da sua nomeação.
Luís Neves não é um político. É um polícia. E essa distinção, que pode parecer semântica, constitui na verdade o ponto fulcral da sua nomeação.
AT diz ter "conhecimento de que alguns contribuintes estão a receber mensagens de correio eletrónico supostamente provenientes da AT nas quais é pedido que se carregue em 'links' que são fornecidos".
Em 2020 foram 544 denúncias, em 2021 subiram para 1160, em 2022 para 2124, em 2023 para 2916 e em 2024 atingiram 3973.
No cibercrime, os esquemas cada vez mais sofisticados e a forma de evitá-los. Na política, as regalias dos governantes deslocados.
As burlas são cada vez mais criativas e realistas, com recurso à Inteligência Artificial e a programas que espiam a nossa vida digital. “Ninguém pode dizer que não vai cair”, avisa o diretor do Combate ao Cibercrime da PJ. A intrusão dos burlões não é nos sistemas: é na nossa cabeça. Conheça casos reais com os principais crimes e aprenda a identificar os riscos.
As burlas e a extorsão são os dois crimes mais reportados.
Os cibercriminosos podem utilizar os dados pessoais dos utilizadores para desenvolver golpes direcionados, burlas, cyberbullying, grooming, extorsão sexual e a criação de deepfakes.
Procuradoria explica que as vítimas começam por receber uma mensagem referente a uma suposta multa de estacionamento, que aumentará caso não seja paga até um determinado número de dias.
Continuam a circular campanhas maliciosas, nas quais os criminosos se fazem passar pela AT, com o objetivo de roubar dados pessoais dos utilizadores.
Especialistas explicam à SÁBADO que esta altura representa uma mina de ouro para os burlões e deixam conselhos para que não fique lesado esta época festiva.
Hackers manipularam a plataforma de inteligência artificial da empresa Claude Code para recolher senhas e dados, processá-los e analisá-los.
Nenhuma tecnologia, por mais avançada, pode compensar a falta de consciência e responsabilidade humana. O erro humano continua a ser a principal causa de incidentes de segurança — e isso não resulta de má-fé, mas de desinformação e hábitos incorretos.
Foram feitas 73 buscas domiciliárias em várias zonas do país.
A evolução constante das técnicas de ataque, a interdependência digital e a escassez de quadros especializados exigem que Portugal continue a apostar numa cibersegurança estratégica, transversal, e sustentada.
As palavras-passe curtas, simples e reutilizadas continuam a demonstrar ser bastante frágeis a nível de segurança.
Apesar de o sistema da PSP não permitir identificar o número exato de denúncias sobre este crime em particular, a força policial está a acompanhar o fenómeno de perto.