Montenegro pede fim de “masoquismo coletivo” e propõe reflexão sobre mecanismo do preço do petróleo
Primeiro-ministro afirmou ainda que “urge pôr fim aos conflitos que se arrastam”.
Primeiro-ministro afirmou ainda que “urge pôr fim aos conflitos que se arrastam”.
O ortopedista Luís Teixeira admite que a medida do Governo pode ajudar a solucionar o problema, mas reforça que a Ordem dos Médicos tem de ser incluída no processo.
Para a ministra, é necessário concentrar os recursos para reduzir os tempos de espera, dando como exemplo a reorganização nos serviços de obstetrícia este ano.
Convenceram Obama a vir discursar a Lisboa, sentam-se à mesa com ministros e fecham negócios. Neste tipo de clubes, alarga-se a rede de contactos a círculos de poder.
Em causa está a portaria que o Ministério da Saúde que vai definir os valores por hora a pagar aos médicos que trabalham nos hospitais do SNS no regime de prestação de serviços.
Estagnação fixa-se nos 85,3% até 2028.
Documento foi assinado pelos ministros da Saúde e das Finanças e seguiu para publicação em "Diário da República" com caráter de urgência.
Está previsto um reforço de 300 psicólogos nos centros de saúde até dezembro deste ano.
No Hospital Garcia de Orta, à mesma hora os doentes urgentes esperavam seis horas e 39 minutos, segundo o portal do SNS.
A Ordem pediu a intervenção urgente da ministra da Saúde no processo de autorização às ULS para contratação.
O INEM e o Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar estiveram reunidos durante três horas e meia, tendo Ana Paula Martins referido que "houve um esforço de aproximação", mas ainda não foi possível chegar a um entendimento.
Rui Lázaro admite que a paralisação pode ser desconvocada se as reivindicações forem aceites pelo Governo.
A ministra da Saúde, questionada pela Lusa, sublinha que as unidades de saúde "devem organizar-se para garantir que a lei é cumprida e assegurar a realização da IVG dentro dos prazos legalmente previstos".
Primeiro-ministro não abordou as polémicas que marcaram o Executivo nos últimos meses, a envolver os ministros Luís Neves e Fernando Alexandre.
A presidente da Federação Nacional dos Médicos considera que a parceria público-privada acarreta o risco de “exclusão e desigualdades”.
No âmbito de um projeto-piloto.