Moção de censura chumbada: apenas os deputados do Chega votaram a favor
No total, contaram-se 104 votos contra, 62 abstenções e 60 votos a favor.
No total, contaram-se 104 votos contra, 62 abstenções e 60 votos a favor.
O analista político André Santos Pereira, o jornalista Carlos Rodrigues Lima e a advogada Fernanda de Almeida Pinheiro analisaram no NOW as declarações prestadas pelo ministro da Administração Interna, Luís Neves, durante a sua audição parlamentar regimental, bem como o impacto político das controvérsias antes do debate da moção de censura do Chega.
A Assembleia da República debate e vota hoje a moção de censura do Chega ao Governo, centrada na manutenção do ministro da Administração Interna, Luís Neves, no executivo, e que tem chumbo garantido.
Moção de censura tem chumbo garantido.
Está centrada na manutenção do ministro da Administração Interna no executivo e tem chumbo garantido.
A 8 de setembro será debatida uma moção de censura ao governo apresentada pelo Chega. Efectivamente, o que André Ventura e os seus fiéis seguidores pretendem é continuar a ser o centro das atenções do mundo mediático.
Leitão Amaro afirmou que o Governo não se irá distrair com esta moção de censura e manterá o foco "nas soluções dos problemas dos portugueses".
A Iniciativa liberal considera que o Governo deve demitir Luís Neves ou que o próprio deve retirar-se.
A moção de censura apresentada pelo Chega ao Governo de Luís Montenegro vai ser debatida dia 8 de setembro, próxima terça-feira.
Primeiro-ministro apela ao "sentido de responsabilidade".
Caso que envolve o ministro Luís Neves levou o partido de direita a apresentar uma moção de censura. Mas o que é? Pode o Governo cair? E se não cair, o que acontece a seguir?
Porta-voz defende, no entanto, que Luís Neves e Luís Montenegro devem explicações ao País.
O PS anunciou que vai votar contra a moção de censura, mas mesmo assim o Chega já deu entrada com o pedido.
Na terça-feira à noite, André Ventura disse que estava "mais tendente a avançar".
André Ventura considera que a polémica em torno de Luís Neves está longe de ser uma situação "normal". Apesar disso, o líder do Chega diz que aguardará pelos esclarecimentos do ministro, embora admita ser "difícil" obter respostas para todas as questões.
Ministro da Administração Interna vai prestar declarações no mesmo dia em que o Chega iria, supostamente, avançar com uma moção de censura.