Sábado – Pense por si

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A família imperial disputa a sucessão e um homem paga 30 mil euros para ser conde
Raquel LitoSónia Bento

Venda de títulos no mercado negro, pratas desaparecidas e palácios trancados: as guerras dos descendentes de D. Pedro II

Há um pai e um filho de costas voltadas, gás lacrimogéneo à porta do palácio e forças policiais. Depois, um tio que não reconhece o casamento do sobrinho, marcado para novembro. Dois ramos disputam a sucessão e, pelo meio, vem à tona uma denúncia: um português pagou 30 mil euros para ser conde, através de um diploma alegadamente emitido em nome da Casa Imperial. O Ministério Público investiga.

Maria Henrique Espada

O melhor do mês de setembro

Como navegar na crise da habitação, como evitar o burnout do regresso, como entender o assalto-não assalto na sede do Chega, a nova vida de Marcelo Rebelo de Sousa e os novos bff Montenegro e Seguro. Um mês de grandes mudanças e grandes notícias.

Maricarmen foi despejada da sua casa em Madrid, com 87 anos
Luana Augusto

Como Maricarmen se tornou aos 87 anos o rosto da luta pela habitação em Espanha

Prédio onde a idosa vivia foi adquirido por uma empresa, que aumentou a renda em 275%. Aflita, Maricarmen acabou por se envolver numa batalha judicial com a Urbagestión. Os tribunais deram razão à imobiliária e ordenaram o despejo da mulher, que foi retirada à força numa maca. A situação levou o primeiro-ministro espanhol a propor um decreto-lei para habitação, apelidado de "decreto Maricarmen", que foi aprovado na terça-feira em conselho de ministros.

Guia para fazer bons negócios
Ana Taborda

Guia para fazer bons negócios no imobiliário

Um condomínio privado com piscina e descontos de 8% para quem comprar casa para viver, um T1 em Lisboa que custou 340 mil e rende 1.200 por mês aos novos donos, e um apartamento no Porto que valorizou 100 mil euros em dois anos - e ajudou a financiar uma nova moradia comprada por menos 47 mil euros do que pedia o anúncio.

Susana Blazer e João Santos (à esq.); John Mendes e Bernardo Lobo Faria (à dta.); Diogo Barrigana (ao alto)
Raquel Lito

O humor agora vive de likes: cinco casos de sucesso

Uma cabeleira e a expressão “é-me indiferente” lançaram a atriz Susana Blazer para o estrelato das redes sociais. Há mais fenómenos, que tiram potenciais humoristas do anonimato. À SÁBADO, revelaram a receita.

Crime e Castigo - O monstro de Barcelos
João Amaral Santos

Crime e castigo: o “monstro de Barcelos”

Envenenado pela loucura, Adelino tornou-se violento e mau. A mulher e os filhos escaparam. O homem direcionou a raiva contra os vizinhos, que dizia terem-no “prejudicado”, e degolou quatro deles.

Emigrante mata pais e avó no Luxemburgo após depressão
João Amaral Santos

Crime e castigo: emigrante mata três

Paulo da Cruz era descrito como um homem “cinco estrelas” e como um trabalhador “exemplar” no Luxemburgo, mas uma depressão fez com que se tornasse no carrasco dos próprios pais e da sua avó.

Ernesto e Etelvina foram atingidos e mortos em plena rua de Santo Ovídio, a artéria principal de São Xisto
João Amaral Santos

Crime e castigo: Ciúme fatal mata quatro

Uma suspeita “absurda” levou Jusmino a matar a mulher e os compadres em São Xisto, aldeia do Douro que tinha apenas sete habitantes. O homicida suicidou-se de seguida.

Passadiço sobre a Ria Formosa
Sónia Bento

O Algarve da alta roda

Há décadas que a zona de Vale do Lobo e da Quinta do Lago passou a ser o refúgio de verão dos notáveis, que não dispensam o golfe nem os almoços no Gigi.

A vista típica da Praia das Maçãs
Luísa Oliveira

Praia das Maçãs: Aqui terá dado à costa o hino de Portugal

O compositor Alfredo Keil foi o terceiro habitante da vila, no final do século XIX. A sua casa mantém-se intacta, assim como a capela de onde ainda hoje parte a Nossa Senhora da Praia. Diz-se à boca cheia que a Portuguesa, a música de onde saiu a canção nacional, nasceu com vista para estas águas agitadas.

João Amaral Santos

Crime e Castigo: a matança de Estela

Paulo tinha-se divorciado de Sílvia, mas continuava em conflito pela posse de uns terrenos. Os ex-sogros estavam envolvidos no barulho. Um dia, Paulo acordou, encheu-se de uísque e foi matá-los todos.

O monstro de Beja
João Amaral Santos

Crime e castigo: o monstro de Beja

Francisco bebia para lidar com o desespero e, um dia, matou toda a família à catanada. Justificou o ato com as "dívidas", mas havia outros segredos. O homicida enforcou-se na noite em que entrou na cela.

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