Temperaturas médias globais devem continuar em níveis recorde
Durante o período de 2026 a 2030, as temperaturas médias globais anuais junto à superfície variem entre 1,3 graus Celsius (°C) e 1,9 acima da média da era pré-industrial (1850-1900).
Durante o período de 2026 a 2030, as temperaturas médias globais anuais junto à superfície variem entre 1,3 graus Celsius (°C) e 1,9 acima da média da era pré-industrial (1850-1900).
A tempestade Goretti, que atingiu a Europa Ocidental, provocou no Reino Unido rajadas de vento de até 160 quilómetros por hora nas ilhas Sorlingas, as mais fortes registadas lá desde 1991, bem como nevões intensos em vastas zonas do norte.
A Irlanda, Irlanda do Norte, e a Escócia serão os territórios mais afetados por esta tempestade que chegará também ao continente português e às ilhas, não com tanta intensidade.
Manchester, Liverpool, Frankfurt e Munique são alguns dos aeroportos afetados pela queda de neve.
Os investigadores acreditam que o efeito das alterações climáticas nos incêndios aumenta ao longo do tempo, à medida que o clima continua a aquecer.
A segunda maior cidade de Espanha atingiu na terça-feira os 40ºC. O último recorde havia sido estabelecido há 42 anos, quando o país registou os 39,8ºC.
Os próximos cinco anos deverão ser o período mais quente alguma vez registado na Terra. Cientistas avisam para a necessidade de agir.
Algumas regiões registaram temperaturas de -15,7ºC. Situação dos transportes é caótica e empresas estão paradas.
No Reino Unido as temperaturas passaram, pela primeira vez, os 40ºC. Em Portugal, os termómetros chegaram aos 46ºC e, em França, dezenas de municípos enfrentaram as temperaturas mais altas de sempre.
Esta segunda-feira, 18 pode ser o dia mais quente de sempre. São esperadas temperaturas acima dos 40ºC.
Portugal, Espanha, França, Alemanha e Reino Unido são os países mais afetados.
ONU aponta para uma probabilidade de quase 50%. É 93% provável que a temperatura média para o período 2022-2026 seja superior à dos últimos cinco anos.
Foram registadas mortes na Polónia, Alemanha, Países Baixos, Inglaterra, Bélgica e Irlanda. Os ventos e chuvas fortes provocaram danos em vários edifícios e veículos, ondas gigantes e a queda de árvores.
Milhares de pessoas nas praias locais desafiaram as regras de distanciamento social relacionadas com a pandemia de Covid-19.
Um dos objetivos é que os dados recolhidos pelo supercomputador sejam utilizados como base para pensar novas políticas relacionadas com as alterações climáticas.
Chuva intensa e vento forte obrigou à emissão de mais de 250 alertas de inundação e ao cancelamento de voos.