Ministro da Presidência defende que ninguém pode ficar privado de jornais
Governo vai lançar um concurso público internacional para assegurar a distribuição de jornais em papel nos territórios portugueses de baixa densidade populacional.
Governo vai lançar um concurso público internacional para assegurar a distribuição de jornais em papel nos territórios portugueses de baixa densidade populacional.
O concurso terá um valor anual de um milhão de euros e será dividido em dois lotes: um para as regiões Norte e Centro e outro para Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve.
Monitoriza desinformação, coordena informação classificada, lança equipas de ação rápida nas redes. Bruxelas acelera o passo contra ameaças externas.
Não sendo os anúncios de "natureza política", estes violam a "proibição de publicidade política paga em campanha", refere um relatório.
Análise feita pelo Medialab refere que no Facebook os candidatos referiram-se diretamente ao tema 21 vezes e os partidos abordaram a questão por 28 vezes. O Facebook e o X foram as redes mais usadas (16 e 17 publicações, respetivamente), mas o Instagram foi aquela que proporcionou mais visibilidade.
Comentam política e economia nos canais informativos e recebem mensagens sexistas e ameaças de violação. Cinco especialistas contam à SÁBADO como lidam com os ataques discriminatórios.
No anúncio é usado um vídeo de campanha de André Ventura ao qual se junta uma voz criada por IA, que não se distingue da real, no qual o líder do Chega convida ao investimento numa plataforma de uma empresa onde se pode ganhar dinheiro facilmente.
MediaLab aponta porém que nenhum destes casos é, porém, um exemplo típico de desinformação.
Chamou “ministra de plasticina” a Temido, zurziu com emoção sobre “a mentira” como “pandemia” do Governo PS. Contradisse-se às vezes em 24h. Falou muito de luta política e pouco de política pública. Não é por Sebastião Bugalho comentador que saberemos o que pensa Sebastião Bugalho político.
O cenário de menor representatividade das mulheres no parlamento preocupa-me e revela o sinuoso caminho a percorrer na promoção da paridade entre homens e mulheres na vida pública.
Investigador Gustavo Cardoso, do MediaLab, diz que assim, se instalou um ambiente que facilitou a desinformação.
Questionar eleições "através de rumores e conteúdos desinformativos" é um dos elementos que mais preocupam os investigadores "em relação ao impacto da desinformação na democracia".
A conclusão é de um estudo do MediaLab do ISCTE, que analisou a RTP1, RTP2, SIC, TVI, RTP3, SIC Notícias, CNN Portugal e CMTV.
As democracias europeias estão sob ataque externo. E nem o paroquial cantinho português está seguro.
A profusão do comentário enquanto formato jornalístico revolucionou a informação e transformou-se numa componente estruturante das emissões televisivas.
"Antes de jornalistas e 'fact-checkers' ocuparem o espaço da contranarrativa, a presença de cidadãos com voz no espaço público do Twitter foi instrumental" para gerar um "ambiente propício à criação de vozes críticas e a uma dúvida metódica".