
Elas contrariam a quebra de natalidade: mães na pandemia
Rita e Maria João são contracorrente: durante a crise sanitária não vacilaram em ter filhos, num período de mínimos históricos de nascimentos. O que as levou a avançar?
Rita e Maria João são contracorrente: durante a crise sanitária não vacilaram em ter filhos, num período de mínimos históricos de nascimentos. O que as levou a avançar?
Doentes a agonizar em macas de ambulâncias, ou de pé – e ao frio. Profissionais de saúde falam de "catástrofe". Veja como.
Os enfermeiros da urgência geral "sentem-se discriminados e não valorizados", pelo que "decidiram fazer um pedido de transferência coletiva" para outros serviços.
Unidade hospitalar decidiu a suspensão temporária dos internamentos e altas em dois serviços.
Segundo o TdC, o hospital de Évora nomeou administradores que não reuniam os requisitos legais e regulamentares para o exercício do cargo e efetuou eventuais pagamentos indevidos a médicos com funções de chefia.
Segundo o TdC, o hospital de Évora nomeou administradores que não reuniam os requisitos legais e regulamentares para o exercício do cargo e efetuou eventuais pagamentos indevidos a médicos com funções de chefia.
País registou no ano passado valor mais baixo de sempre no que diz respeito à mortalidade infantil.
O envelhecimento da população e a onda de calor dos últimos dias podem ser algumas das explicações para o aumento de óbitos este ano.
"Temos um reforço das equipas de enfermagem na urgência geral e na pediátrica", afirmou Maria Filomena Mendes.
A confirmarem-se os dados provisórios citados pelo Público, a diferença entre o número de óbitos e de nascimentos no país terá sido a maior desde o início do século. Foi o nono ano consecutivo de perda de população.
Segundo dados provisórios, no ano passado houve mais 24 mil mortes do que nascimentos, traduzindo-se no maior saldo negativo desde 2000.
Nasceram 47 771 bebés no País até ao dia 3 deste mês.
Portugal é um dos países mais envelhecidos do Mundo e as medidas de incentivo à natalidade não têm funcionado até agora porque, defende a Associação Portuguesa de Demografia, ter filhos é uma decisão "privada do casal".