Comandante da Proteção Civil reage a notícia da SÁBADO: "A minha presença física nada teria mudado"
Mário Silvestre não estava no país durante a crise das tempestades.
Mário Silvestre não estava no país durante a crise das tempestades.
De acordo com a informação que a revista Sábado conseguiu apurar, Mário Silvestre saiu do país para estar numa formação em Bruxelas. Viajou para a capital belga no dia 26 de janeiro, depois da tempestade Ingrid, no meio da depressão Joseph e mesmo antes da depressão Kristin. A viagem foi autorizada por José Manuel Moura, presidente do organismo, uma vez que, à data da partida, ainda não existia qualquer informação relativa à depressão Kristin.
Com autorização do presidente da ANEPC, Mário Silvestre foi três dias para Bruxelas depois da tempestade Ingrid, durante a tempestade Joseph e mesmo antes da Kristin.
"[Os dois aviões] ainda não chegaram, chegam durante a tarde do dia de hoje", informou no balanço das 12h o comandante nacional de Emergência e Proteção Civil, Mário Silvestre, acrescentando que nessa altura será feita uma reunião com a equipa que acompanha os aviões.
"É um incêndio extremamente complexo, que nos causa grandes problemas do ponto de vista de orografia, falta de acessos", disse aos jornalistas o comandante nacional de Emergência e Proteção Civil, Mário Silvestre, ao fazer o balanço diário dos incêndios rurais em Portugal continental.
O comandante nacional de Emergência e Proteção Civil, Mário Silvestre, indicou que foram assistidas 20 pessoas, incluindo 14 bombeiros.
O Comandante Nacional de Emergência da Proteção Civil, Mário Silvestre, revelou durante o mais recente balanço que o "incêndio em Arouca é o que preocupa mais".