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Lusa

Mais de metade das farmácias reportaram faltas de medicamentos em 2024

Entre os medicamentos cuja rutura teve um impacto considerado elevado estão anti-infecciosos, fármacos para o sistema nervoso central, para o aparelho cardiovascular, hormonas e medicamentos usados no tratamento das doenças endócrinas, medicação antialérgica e fármacos para tratamento de cancro.

Lucília Galha

Os perigos dos novos medicamentos para emagrecer

São muito eficazes, mas têm dois custos. Um é o preço, os injetáveis são caros e não estão comparticipados. Outro são os efeitos secundários. Há pessoas que abandonam a medicação porque passam dias inteiros maldispostas ou a vomitar. Há quem não consiga levantar-se da cama por causa das tonturas e até relatos de pensamentos suicidas associados à toma. Estes fármacos estão indicados para pessoas com excesso de peso e obesidade, mas há muita gente a fazê-los só por vaidade, sem que existam estudos que provem que são seguros quando não há doença.

Diogo Barreto

Medicamentos contra a obesidade não são comparticipados em Portugal

Ozempic está indicado para a diabetes tipo 2 e está também a ser usado para combater a obesidade em Portugal e noutros países. Infarmed lembra que em Portugal não está aprovado como medicamento para perda de peso. Nos EUA e no Reino Unido existe ainda o Wegovy que apenas tem indicação para a obesidade.

Pedro Henrique Miranda

Corrida a medicamento de diabetes para perder peso cria rutura no stock

Aprovado e comparticipado para tratar a diabetes tipo 2, o semaglutido está em ruptura de stock, e já custou €26 milhões ao SNS. Associação Protetora dos Diabéticos mostra preocupação, mas vinca a necessidade de uma "abordagem integrada" ao problema da obesidade.

Lucília Galha

Obesidade é doença, mas para perder peso, tem de pagar. E muito

Maria Barreto gasta todos os meses 240 euros num medicamento que lhe reduz o apetite e já a fez perder 22 quilos. Há novos fármacos para o tratamento da obesidade que são eficazes e seguros, mas ainda nenhum é comparticipado. Estará para breve? Os especialistas consideram que o problema tem sido desvalorizado.

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