República Democrática do Congo eleva para 515 o número de casos de Ébola confirmados
Surto de Ébola no país já causou 91 mortos.
Surto de Ébola no país já causou 91 mortos.
As províncias de Kivu Sul, Kivu Norte, Tshopo (leste), Équateur, Nord-Ubangi, Tshuapa, Mongala (norte) e Sankuru (centro) são as mais afetadas.
Médicos Sem Fronteiras alertam para a necessidade de "fornecer água potável segura à população, porque a cólera é endémica na área e representa uma grande ameaça para todas as pessoas" que vivem em Goma, no nordeste da República Democrática do Congo.
Seguidamente surgiram as ONG e os media internacionais e nasce o mito de que a "primeira guerra mundial africana" tinha sido provocada pela corrida ao coltan ou mangano, como é conhecido na RDC.
O ministro da Saúde apelou à população de Butembo que não "entre em pânico", assegurando que "a resposta está organizada".
De acordo com as autoridades do país, hoje cumprem-se 42 dias sem ter sido detetado um novo contágio nas províncias do Kivu Norte, Kivu Sul e Ituri.
A epidemia eclodiu em agosto de 2018 e já foram registados cerca de 2.300 mortos.
Surto foi declarado no passado dia 1 de agosto nas províncias do Kivu Norte e Ituri.
Esta epidemia de ébola, que se transmite por contacto físico através de fluidos corporais infetados e que provoca febre hemorrágica, foi constatada em Mangina, na província de Kivu Norte.
A OMS indicou que 857 pessoas morreram com a doença infecciosa desde o início do ano até 30 de Junho, em 21 das 26 províncias daquele país africano, de um total de 27.170 casos de cólera sinalizados no período.
Governo decretou a gratuitidade dos cuidados de saúde durante três meses, anunciaram nesta segunda-feira as autoridades.
A doença transmite-se por contacto directo com o sangue e fluidos corporais de pessoas ou animais infectados, causa hemorragias graves e alcança uma taxa de mortalidade de 90%.
Há outros 53 casos que estão a ser investigados.
Fontes da sociedade civil da província do Kivu-Norte responsabilizam rebeldes ugandeses.
O papa Bento XVI apelou esta quarta-feira ao diálogo e à reconciliação entre as partes em conflito no leste da República Democrática do Congo (RDC), pedindo à comunidade internacional para "satisfazer as necessidades da população".
O Programa Alimentar Mundial (PMA) das Nações Unidas alertou hoje para a grave crise alimentar no este da República Democrática do Congo (RDC) devido às dezenas de milhares de refugiados do conflito armado entre o Governo e grupos rebeldes.