Sábado – Pense por si

Editorial

Reparar é imoral, mas o governo não consegue dizê-lo

Há um vazio gritante no discurso do governo, que, se não o preencher, vai continuar a ser cavalgado pelo Chega: o MNE não conseguiu dizer o mais simples, que é contra o mecanismo de reparações para corrigir erros passados que não têm correção presente possível. Ou seja, Rangel não se veio embora sem dizer nada. Verdade histórica, reconhecimento de erros, a admissão de responsabilidade, são uma coisa. Culpas e penas coletivas e transmissíveis só existem em regimes jurídicos não democráticos.

Colonos israelitas atacam vila na Cisjordânia

Colonos israelitas atacam vila na Cisjordânia

A vila de Silwad, na Cisjordânia, foi atacada por colonos israelitas na madrugada desta terça-feira. Os homens lançaram pedras, partiram janelas e danificaram carros neste que é o mais recente episódio de violência no território.

Elevador da Glória, um ano depois da tragédia
Raquel Lito

Elevador da Glória: um ano depois da tragédia, subir a calçada "é muito cansativo"

Os moradores queixam-se da dificuldade de fazer, a pé, 260 metros de subida. Os turistas fotografam os vestígios de um memorial às vítimas, improvisado nas janelas onde se deu o embate. Os restaurantes notam a quebra e os tuk tuk esperam cada vez mais tempo por clientes. Retrato daquilo a que um guia turístico chamou de "linha fantasma". Veja o vídeo.

Capa nº 1166
Mónica Baltazar

Quando desligar para não chegar ao cansaço extremo e ao burnout?

Há cada vez mais pessoas a entrar nos consultórios com sintomas de exaustão, muitas vezes já em esgotamento. À falta de um botão que as obrigue a parar, os especialistas deixam recomendações que podem fazer a diferença numa sociedade onde viver no limite ainda é encarado como normal. Histórias de quem já foi obrigado a abrandar e a fazer mudanças na rotina

Infanta Catarina
Susana Lúcio

D. Sebastião. O rei menino, beato e heróico

Aclamado rei aos 3 anos, foi educado por jesuítas e adorava relatos históricos de grandes batalhas. Ia à missa todos os dias e evitava o contacto com as mulheres.

D. Sebastião, o mais desejado que se tornou rei imortal
Susana Lúcio

D. Sebastião, o mais desejado que se tornou rei imortal

O mito começou a ser construído no dia em que nasceu: era a última esperança da coroa para um herdeiro. Não conheceu os pais e cresceu entre a disciplina dos jesuítas, o gosto pelo treino militar e a interferência do tio, Filipe II de Espanha. Foi morto em batalha, mas o Reino nunca o quis aceitar.

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