Irão rejeita reabertura de estreito de Ormuz com rota de Omã
A proposta de Omã de dividir as rotas de trânsito de forma equitativa entre os dois países nos dois extremos do estreito não vai ao encontro das preocupações de segurança de Teerão.
A proposta de Omã de dividir as rotas de trânsito de forma equitativa entre os dois países nos dois extremos do estreito não vai ao encontro das preocupações de segurança de Teerão.
Os Estados Unidos decidiram responder com bombardeamentos às novas intimidações iranianas a cargueiros no estreito de Ormuz.
Esta é a terceira ofensiva contra o Irão esta semana.
As novas hostilidades ameaçam fazer ruir o frágil cessar-fogo entre as partes e travar o processo de negociações para um acordo de paz duradouro.
O Irão bloqueia o estreito de Ormuz desde o início da ofensiva israelo-americana, a 28 de fevereiro, perturbando fortemente a economia mundial, e criando uma crise energética que tarda em ter um fim.
Foram detidas oito pessoas durante as operações.
O Irão denunciou a participação dos Emirados Árabes Unidos "na agressão dos Estados Unidos ao Irão" nas últimas semanas, acusando o país do Golfo de contribuir para a insegurança na região.
Desmentido surge depois de o Irão ter anunciado um ataque contra uma fragata norte-americana.
Segundo dados da empresa Kpler.
O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, deu por terminadas as negociações entre Washington e Teerão, sem acordo de paz, depois de os iranianos se recusarem a aceitar as condições americanas de não desenvolverem uma arma nuclear.
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano afirmou estar "certo de que os contactos com o Paquistão, bem como com os outros amigos na região, irão prosseguir".
Casaram em 1965, mas durante mais de 50 anos Mansoureh raramente apareceu em público. Em casa, ajudava o marido a esconder provas da sua atividade revolucionária (debaixo do tapete, por exemplo) e preparava comida para lhe entregar na prisão
A radiotelevisão pública iraniana IRIB identificou as vítimas como estudantes da escola primária Shajare Tayebé.
A legislação iraniana não proibia explicitamente cartas de condução para mulheres, mas as autoridades não as emitiam.
O país vai deixar de cumprir o limite de centrifugadoras de enriquecimento de urânio que pode usar, podendo assim aumentar o seu poder nuclear.