Ministério Público arquiva todos os inquéritos por mortes durante greve do INEM
Dos seis inquéritos, dois foram investigados em Bragança e os restantes em Almada, Montemor-o-Novo, Pombal e Tondela.
Dos seis inquéritos, dois foram investigados em Bragança e os restantes em Almada, Montemor-o-Novo, Pombal e Tondela.
Ana Paula Martins considera quea gestão das greves "podia ter sido mais bem feita".
Na lista estão 18 cirurgiões, seis enfermeiras e seis assistentes operacionais.
Esta verba terá de ser devolvida por todos os elementos das equipas que a receberam pelas cirurgias feitas fora do horário normal de trabalho, em produção adicional.
Segundo Luís Mendes Cabral, o organismo "já trabalhava no limite ao longo de vários meses", mas durante a paralisação ocorreu um agravamento súbito que condicionou o funcionamento dos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU).
Dirigentes eram pagos em duplicado para dar formação. Para contornar as ilegalidades, mudou-se para a formação externa, que também já está sob suspeita
Ana Margarida de Brito Pedroso falava na Comissão Parlamentar de Inquérito ao INEM, para apurar responsabilidades durante a greve no final de 2024.
Atrasos nos pagamentos "correspondem a cerca de três meses de faturação".
Foi pedida uma a audição do responsável do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), na sequência da morte de um homem de 78 anos no início de janeiro no Seixal, depois de ter aguardado cerca de três horas pelo socorro.
Ana Paula Martins realçou que as mortes de três pessoas na mesma semana depois de atrasos do INEM estão a ser sujeitas a auditorias “do próprio INEM, mas também da IGAS e do Ministério Público”.
Bombeiros tiveram de percorrer uma distância de 35 quilómetros.
Foi também determinada a realização de uma autópsia médico-legal.
Rui Lázaro exemplificou o recurso a ajustes diretos para pagar um hotel em Viseu destinados a uma equipa de emergência.
Quando os bombeiros foram contactados não foi referido o motivo do pedido nem o local da ocorrência.
Um homem de 78 anos faleceu na terça-feira depois de esperar quase três horas pela ambulância. Vítima ligou três vezes para o 112 mas Luís Mendes Cabral garante que "o INEM não falhou".
Presidente do INEM fez criticas à postura dos técnicos durante a greve de 2024, que considerou ter tido uma "vertente ética e deontológica gravíssima".