Auditoria deteta pagamentos ilegais no INEM
Dirigentes eram pagos em duplicado para dar formação. Para contornar as ilegalidades, mudou-se para a formação externa, que também já está sob suspeita
Dirigentes eram pagos em duplicado para dar formação. Para contornar as ilegalidades, mudou-se para a formação externa, que também já está sob suspeita
Ana Margarida de Brito Pedroso falava na Comissão Parlamentar de Inquérito ao INEM, para apurar responsabilidades durante a greve no final de 2024.
Atrasos nos pagamentos "correspondem a cerca de três meses de faturação".
Foi pedida uma a audição do responsável do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), na sequência da morte de um homem de 78 anos no início de janeiro no Seixal, depois de ter aguardado cerca de três horas pelo socorro.
Ana Paula Martins realçou que as mortes de três pessoas na mesma semana depois de atrasos do INEM estão a ser sujeitas a auditorias “do próprio INEM, mas também da IGAS e do Ministério Público”.
Bombeiros tiveram de percorrer uma distância de 35 quilómetros.
Foi também determinada a realização de uma autópsia médico-legal.
Rui Lázaro exemplificou o recurso a ajustes diretos para pagar um hotel em Viseu destinados a uma equipa de emergência.
Quando os bombeiros foram contactados não foi referido o motivo do pedido nem o local da ocorrência.
Um homem de 78 anos faleceu na terça-feira depois de esperar quase três horas pela ambulância. Vítima ligou três vezes para o 112 mas Luís Mendes Cabral garante que "o INEM não falhou".
Presidente do INEM fez criticas à postura dos técnicos durante a greve de 2024, que considerou ter tido uma "vertente ética e deontológica gravíssima".
Tem acontecido sobretudo na Área Metropolitana de Lisboa.
Os técnicos de emergência pré-hospitalar decidiram esta sexta-feira que vão aderir à greve geral agendada para 11 de dezembro.
Urgências assistiram 27.703 estrangeiros não residentes.
O caso ocorreu na Maternidade Daniel de Matos para onde a grávida, de 43 anos, foi encaminhada por se ter sentido mal.
Há 3 hospitais a fazerem mais operações pagas como extra do que em horário regular, revela inspetor. Falta regulação e fiscalização. "Pai" deste sistema diz que foi "desvirtuado".