Concurso da barragem de Girabolhos deverá ser lançado até final do mês
Para a Agência Portuguesa do Ambiente, o lançamento até ao final do mês do concurso para a construção da barragem no rio Mondego "é um assunto prioritário".
Para a Agência Portuguesa do Ambiente, o lançamento até ao final do mês do concurso para a construção da barragem no rio Mondego "é um assunto prioritário".
São 2.161 documentos para o Governo fazer obras por todo País, algumas quase faraónicas, outras comezinhas, que vão da construção de regadios a maus cheiros em aterros. Também há propostas sobre armas, touradas, patrulhas acrobáticas, peixe-espada, direitos LGBT, matadouros, jacintos-de-água, streaming ou expropriação da Cova da Moura.
Em Setúbal, Coimbra e Lamego os agricultores já estão de regresso a casa. Maria do Céu Antunes terá prometido respostas e reuniões para a próxima semana.
O ministro do Ambiente defendeu a construção da barragem de Girabolhos, a montante da Aguieira, para "travar a repetição das cheias no Mondego".
O presidente da Endesa, Nuno Ribeiro Silva, concorda com a posição já defendida pela REN de que o Estado podia ter tido maiores proveitos se tivesse optado por pôr a concessão de centrais hídricas a concurso, em vez de as negociar diretamente com a EDP.
O ministro do Ambiente admitiu que, se os autarcas da região se entenderem, a obra da nova barragem de Fagilde "iniciar-se-á de imediato".
Hélder Amaral aludiu à tragédia verificada com os incêndios de 2017, seguida de um período de seca extrema e severa.
Associação exige reduções entre cinco a seis cêntimos por litro para pesados e ligeiros.
Associação exige reduções entre cinco a seis cêntimos por litro para pesados e ligeiros.
Ao todo, as duas barragens armazenariam 764 milhões de metros cúbicos de água. Governo cancelou-as em 2016.
A eléctrica espanhola entregou a construção à Ferrovial. O projecto tem um custo de 90 milhões e vai ter a duração de quatro anos e meio.
A garantia foi deixada pelo ministro do Ambiente que sublinhou que os 48 milhões pagos pelas energéticas vão ficar nos cofres do Estado.
Moradores preocupadas com perda de casas e terrenos agrícolas.
Visadas oito infraestruturas consideradas obsoletas.
O CaixaBank já avançou com o Plano B para o BPI, a Comissão Europeia continua a criticar as reversões do Governo de António Costa e Dilma Rousseff está mais perto da destituição.
O Governo e a eléctrica chegaram a acordo para cancelar a construção da hidroeléctrica e não haverá devolução do valor pago em 2008. A Endesa já tinha investido 90 milhóes no projecto com custo total previsto de 450 milhões.