Venezuela: Governo saúda libertação de lusodescendente Jaime Reis Macedo
O MNE anunciou no domingo a libertação do médico Pedro Javier Rodriguez, de 43 anos, que esteve detido por atividade oposicionista nas redes sociais durante três meses.
O MNE anunciou no domingo a libertação do médico Pedro Javier Rodriguez, de 43 anos, que esteve detido por atividade oposicionista nas redes sociais durante três meses.
Delcy Rodríguez defende a realização de uma "grande consulta nacional" para construir um novo sistema de justiça no país.
Delcy Rodriguez solicitou ao presidente da Assembleia Nacional do Parlamento uma reunião com as diferentes fações políticas, afirmando querer um diálogo com "resultados concretos e imediatos".
Governo afirma que 116 saíram em liberdade mas não revela os nomes.
O polícia, um agente do estado venezuelano de Portuguesa, a cerca de 400 quilómetros a oeste de Caracas, tinha mais de 20 anos de serviço e tinha sido detido em 09 de dezembro por ter “partilhado mensagens críticas ao regime e ao governador do estado”.
Segundo o balanço mais recente da Foro Penal, o número de presos políticos incluía 86 pessoas com nacionalidade estrangeira ou com dupla nacionalidade, entre os quais cinco lusovenezuelanos.
Segundo o Fórum Penal, a Venezuela tem 887 pessoas presas por motivos políticos, 770 homens e 117 mulheres, dos quais 713 são civis e 174 militares, incluindo quatro adolescentes.
Os dados, segundo o FP, não incluem ainda as todas as pessoas que foram detidas e libertadas ou que estão a ser mantidas em detenção de curta duração (48 horas).
Além do luso-venezuelano Williams Dávila, encontram-se detidos outros três cidadãos portugueses com dupla nacionalidade.
Entre os 1.877 detidos por razões políticas na Venezuela existem três com dupla nacionalidade portuguesa, 12 são espanhóis, nove italianos, seis colombianos e um chileno, disse a Foro Penal.
Em relação a Maduro, proclamado vencedor pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE) venezuelano, o ministro adiantou que o Peru o considera "como uma pessoa que deseja perpetuar-se no poder por via de uma ditadura"
Um dos detidos foi, em Caracas, o dirigente do partido Vontade Popular e coordenador do movimento opositor Com a Venezuela, Freddy Superlano.
Sentença foi conhecida após uma audiência de mais de 15 horas de duração, em que foram acusados dos crimes de traição, conspiração, rebelião, tráfico de armas de guerra, associação para cometer crimes e financiamento de terrorismo.
Juan Guaidó é reconhecido como Presidente interino da Venezuela por mais de 50 países.
Maduro e Guaidó sempre procuraram controlar os militares. O presidente interino assegura que o golpe não tem retorno. Maduro acusa um grupo pequeno de tentar provocar a queda do regime. Os confrontos rebentaram nas ruas de Caracas.
Segundo a Foro Penal, "o dia com maior repressão foi 23 de janeiro", quando Juan Guaidó assumiu os poderes do executivo como presidente interino da Venezuela.