Circulação de comboios da Fertagus com restrições de velocidade
Na terça-feira a circulação esteve interrompida devido a um carril partido.
Na terça-feira a circulação esteve interrompida devido a um carril partido.
Autocarros, metros e comboios vão estar a funcionar com limitações durante a greve geral desta quinta-feira.
Segundo uma informação divulgada pela empresa.
Paralisação vai ter lugar na próxima quinta-feira.
Em causa está um caso de doença súbita registado no comboio que saiu às 06h23.
Circulação pretende responder à suspensão no serviço anunciada pelo Metropolitano de Lisboa, que acontece a partir das 20h00.
Ainda no final da noite de segunda-feira já 80% da população tinha garantido o fornecimento de energia. Metro de Lisboa retomou as ligações na totalidade às 8h38.
No frente-a-frente desta noite entre o presidente da IL e o secretário-geral do PCP, transmitido na SIC Notícias, o primeiro tema abordado foi a presença do Estado na sociedade, com Paulo Raimundo a considerar que o setor da habitação é um exemplo claro de que "o modelo de Rui Rocha e da IL falhou".
Milhares de pessoas dependem dos transportes públicos para ir trabalhar. A situação da Fertagus piorou: comboios lotados e atrasados deixam as pessoas sem solução.
Cerca das 8h30, a circulação foi retomada nas linhas do Vouga e Douro, mantendo-se suspensa na Linha de Cascais, na Linha da Beira Alta, entre Guarda e Celorico da Beira, e na Linha do Sul, entre Pinheiro e Vale do Guizo.
Entre as mais de 500 ocorrências estão quedas de árvores, queda de estruturas, telhados e postes de telecomunicações e de eletricidade arrancados pelo vento.
As carruagens chegam às estações lotadas e os passageiros zangam-se. Relatos de quem assistiu à violência física e verbal, ou esteve prestes a desmaiar. O Governo promete agir.
Comboios apinhados, atrasos e uma multidão na plataforma sem conseguir entrar nas carruagens era o cenário na manhã de hoje na estação ferroviária da Fertagus, em Corroios, Seixal, situação que os utentes afirmam ser agora uma constante diária.
A presidente da Câmara Municipal de Almada alertou para a necessidade de resolver os constrangimentos registados, particularmente na estação do Pragal.
A Zero considera que o plano de expansão da Linha Vermelha, na sua forma atual, "não conseguirá atingir a redução de emissões que seria possível e necessária, nem promoverá um aumento significativo na utilização de transporte público".
Em causa estão as declarações do ministro da Presidência na qual afirmou que "não é muito conhecido, mas Portugal tem o segundo pior desempenho ao nível do número por quilómetro de ferrovia de acidentes que ocorrem".